Terça-feira, 21 de novembro de 2017 - 08h06

Em suas primeiras declarações o novo chefe da PF Fernando Segóvia disse a que veio.
Veio para dançar conforme a música, e não para tocá-la, como seu homônimo famoso de nome Andrés fazia ao violão.
Falando para uma plateia composta por vários investigados pela PF, inclusive o próprio presidente da República afirmou que a mala de 500 mil de Rocha Loures não é suficiente para condená-lo.
Absolveu Temer sem investigar.
Arrogou-se o papel de juiz.
Jamais se viu tamanha demonstração pública de subserviência de um chefe da Polícia Federal e tanto desrespeito ao Poder Judiciário.
Segóvia desqualificou a investigação comandada por seu antecessor e os agentes da própria PF, o encaminhamento “açodado” da PGR e até a homologação do STF.
Bateu de frente com a cúpula do Judiciário e por pouco não foi aplaudido em cena aberta por Temer.
Por fim, como era de esperar, garantiu que o combate à corrupção vai continuar.
Desde que distante do Palácio do Planalto.
Sábado, 29 de novembro de 2025 | Porto Velho (RO)
“Acabou, porra!”. É desse mesmo jeito que diria Jair Messias Bolsonaro sobre a sua atual situação. O ex-presidente do Brasil foi julgado p

Não está fácil agendar uma consulta pelo Ipam
Se você é filiado à assistência médica do Ipam e precisa agendar uma consulta com um oftalmologista recomendo, desde já, munir-se de muita paciência

A rachadinha é uma das modalidades de corrupção mais presentes no submundo da política brasileira. Aqui e acolá estoura uma denúncia envolvendo o de

A Volta das Maritacas políticas do Centro-Oeste: um Alerta para a Política do Distrito Federal
A esperteza dos falsos políticos do Distrito Federal é notória e preocupante. Essas maritacas parecem ter esquecido, ou preferem esquecer, das dezen
Sábado, 29 de novembro de 2025 | Porto Velho (RO)