Terça-feira, 21 de novembro de 2017 - 08h06

Em suas primeiras declarações o novo chefe da PF Fernando Segóvia disse a que veio.
Veio para dançar conforme a música, e não para tocá-la, como seu homônimo famoso de nome Andrés fazia ao violão.
Falando para uma plateia composta por vários investigados pela PF, inclusive o próprio presidente da República afirmou que a mala de 500 mil de Rocha Loures não é suficiente para condená-lo.
Absolveu Temer sem investigar.
Arrogou-se o papel de juiz.
Jamais se viu tamanha demonstração pública de subserviência de um chefe da Polícia Federal e tanto desrespeito ao Poder Judiciário.
Segóvia desqualificou a investigação comandada por seu antecessor e os agentes da própria PF, o encaminhamento “açodado” da PGR e até a homologação do STF.
Bateu de frente com a cúpula do Judiciário e por pouco não foi aplaudido em cena aberta por Temer.
Por fim, como era de esperar, garantiu que o combate à corrupção vai continuar.
Desde que distante do Palácio do Planalto.
Domingo, 1 de fevereiro de 2026 | Porto Velho (RO)
Mesmo com a redução de repasse, Câmara Municipal segue inchando a folha de pagamento com nomeações
A Câmara Municipal de Porto Velho diz que não tem dinheiro para pagar direitos de servidores que se aposentaram há três, quatro anos ou mais, mas, e

É comum, em período eleitoral, políticos e candidatos encontrarem soluções milagrosas para os inúmeros problemas que angustiam a população. Por exem

O jornalista Diogo Mainardi disse certa vez que “no Brasil não tem partido de direita, de esquerda, de nada. Tem um bando de salafrários que se reún

Presidenciais em alta tensão: análise do cenário político
Esquerda defensora do poder adquirido e Direita divididaA candidatura presidencial de André Ventura, pelo partido CHEGA, coloca em evidência quest
Domingo, 1 de fevereiro de 2026 | Porto Velho (RO)