Sábado, 23 de agosto de 2025 - 08h10
A
Associação dos Pecuaristas de Rondônia (APRON) acompanhou a coletiva realizada
no Palácio Rio Madeira, nesta quinta-feira, 21 em Porto Velho, na qual o
Governo de Rondônia apresentou os próximos passos para a transferência de
glebas federais ao domínio do Estado. A medida é apontada como decisiva para
destravar a regularização fundiária e garantir segurança jurídica a milhares de
famílias que ocupam essas áreas há décadas.
O Projeto
de Lei 3.882/2025 permite que o Estado conduza, com mais celeridade, a
titulação, o georreferenciamento e a conclusão de trâmites hoje sob a União.
Lideranças do setor produtivo do Estado estimam impacto potencial em cerca de
90 mil propriedades, com efeitos diretos em acesso a crédito, conformidade
ambiental e previsibilidade para investimentos.
Segundo o
governador Marcos Rocha, o Estado está atuando dentro da legalidade. Ele
determinou a criação de uma comissão no âmbito do Governo do Estado, com
participação do setor produtivo, para acelerar e acompanhar as ações. “Em
paralelo, apresentamos proposta à bancada federal. Há base legal para a União
transferir as terras ao Estado; depende de vontade política. O Judiciário
também está atuando de forma dedicada. Nosso objetivo é prosperidade, com
segurança jurídica e produção com preservação”, afirmou.
Para o
presidente da APRON, Adélio Barofaldi, a gestão fundiária pelo Estado pode
formalizar cerca de 90 mil propriedades, garantindo acesso a crédito, dignidade
e segurança jurídica. “Não podemos deixar esse assunto esfriar; é a chance de
resolver um problema que se arrasta há mais de 40 anos. Ao avançarmos nesse
modelo cooperativo, entregamos dignidade e segurança jurídica a quem vive e
produz no campo”, destacou.
O
presidente da FAPERON, Hélio Dias, reconheceu o esforço do Incra no cumprimento
de suas atribuições legais para a emissão de títulos em Rondônia. No entanto,
com orçamento reduzido, a atuação tem sido insuficiente para atender à demanda
reprimida de regularização fundiária no estado. “Com autorização e
prerrogativas legais da União, o Governo de Rondônia, por meio da Sepat, pode
complementar as ações do Incra, atendendo proprietários que detêm posse mansa e
pacífica e aguardam a titulação”, afirmou.
A proposta articulada com a bancada federal segue em tramitação em Brasília. As entidades defendem acompanhamento contínuo para garantir prioridade, publicação e a aprovação.
Sobre a
APRON
A APRON é
a voz legítima da pecuária rondoniense. Representa, defende e fortalece os
interesses de quem vive da atividade no estado. A entidade atua por meio de
comissões temáticas dedicadas à regularização fundiária e ambiental, segurança
rural, rastreabilidade bovina, crédito rural, leite e valorização da arroba.
Integra a UNAPEC, União Nacional da Pecuária, e mantém atuação junto à FAPERON,
à CNA e à Assembleia Legislativa na defesa da sustentabilidade e da
competitividade da pecuária de Rondônia.
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