Quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019 - 15h02

A Federação das Indústria de Rondônia alerta a bancada federal, ao Dnit, ao Governo do Estado e demais lideranças do estado para o risco de colapso da BR-364, a única ligação terrestre de Rondônia e Acre com o restante do país. Projetada no final dos anos 1970 e executada no início dos anos 80, a BR-364 não resiste mais ao intenso tráfego que mais que duplicou nesses quase 40 anos desde sua inauguração em 1984.
Somado ao intenso tráfego de carretas com mais de 40 toneladas e o desgaste pelo tempo, o que temos é uma rodovia perigosa, ceifando vidas e atravancando o pleno desenvolvimento do estado.
Na situação em que se encontra, a BR-364 é um fator impeditivo à competitividade da produção de Rondônia. Encarece o frete, ceifa vidas e aumenta o custo daquilo que nela se transporta. “Entendo que o produtor de Rondônia não pode ser penalizado com a falta de infraestrutura que lhe deve ser proporcionada pelo Estado e pela União. Não podemos mais conviver com esse problema”, acentua o presidente da Fiero, Marcelo Thomé.
“Urge uma providência emergencial. Caso contrário, corremos o risco de ver Rondônia, Acre e parte do Amazonas sem ligação terrestre com o restante do país”, adverte o presidente da Fiero Marcelo Thomé, adiantando que ainda esta semana vai encaminhar ofício a essas autoridades sugerindo a realização de uma reunião de urgência na Ministério da Infraestrutura para expor a necessidade de urgentes providências.
Engenheiro de formação, presidente do sindicato que reúne as empresas de construção pesada (rodoviária) e diretor financeiro da Fiero, Alan Gurgel do Amaral argumenta que já passou da hora de adotar providências para evitar o colapso do tráfego da BR-364. “Há tempos ela vem dando sinal de fadiga. Temos problema na ponte do Riozinho, em Cacoal, onde depois de quase 40 dias com interdição total voltou a dá tráfego apenas em meia pista e com riscos, já tivemos problemas na travessia de Ji-Paraná e, agora, temos o desmoronamento de cabeceiras de pontes menores no trecho entre Ariquemes e Jaru, mas há problema com transbordamento de rio no trecho entre Ji-Paraná e Cacoal ”, reitera Alan Gurgel.
A Fiero acompanha com atenção as medidas que o governo anuncia para melhorias na BR-364 e acredita que elas são insuficientes, dado ao desgaste da base da pista de rolamento e das obras de arte como pontes e bueiros. “Ora, estamos falando de uma rodovia que fora projetada e inaugurada há quase 40 anos, quando não tínhamos nem 30 por cento do volume de tráfego que temos hoje”, pontua o presidente da Fiero
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