Sábado, 19 de setembro de 2009 - 08h37
Era uma vez, como nos contos de fadas, o passado veio lá do centro da cidade, trêmulo, cambaleante, já quase vencido pela idade e procurou sentar-se num dos bancos da Praça Mário Correia, ali bem perto do Coreto. Com um guarda-chuva na mão, encostou o queixo no cabo, olhou ao derredor e viu que poucas pessoas se movimentavam naquele entorno. Lembrou-se que nos anos 50 e 60 ali pontificavam os rapazes e as mocinhas. Muitos namoros naquela praça tiveram começo, ao cair das tardes de domingo. CLIQUE E LEIA MAIS NA COLUNA DO ADVOGADO DE OPINIÃO E HOTELEIRO DO PAKAAS PALAFITAS LODGE PAULO CORDEIRO SALDANHA.
Sábado, 28 de fevereiro de 2026 | Porto Velho (RO)
Banco Master, o crime organizado e outras mazelas
CADA VEZ FICA MAIS ÓBVIO QUE O CASO MASTER TEM AFINIDADE COM O CRIME ORGANIZADO. Mesmo que não fosse como aqueles praticados por bandidos com cartei

Na Alemanha ter Filhos está a tornar-se um Luxo De acordo com uma pesquisa do instituto Insa, a maioria dos alemães acredita que formar uma família se

Provérbios 31:8-20: “Erga a voz em favor dos que não podem defender-se, seja o defensor de todos os desamparados. Abre a tua boca a favor do mundo, a

Os penduricalhos brilham no país dos privilégios
O Dicionário Aurélio define a palavra “penduricalho” como “coisa pendente, para ornato”. No Brasil, país onde as coisas nem sempre são o que parece,
Sábado, 28 de fevereiro de 2026 | Porto Velho (RO)