Terça-feira, 6 de outubro de 2009 - 14h25
Naquele tempo –diriam os evangelistas– vivia em Guajará-Mirim a dona Biô. No Batismo de Beatriz, era esse o seu nome, deve ter havido uma algazarra danada, a demonstrar que Biô, quando crescesse, seria a emblemática criatura que foi, porque a sua vida foi construída em cima da alegria, do bom humor, da sagacidade e da irreverência que traduziam a inteligência que harmonizava aquela criatura pequena no tamanho, mais gigante no agir. CLIQUE E LEIA MAIS NA COLUNA DO ADVOGADO DE OPINIÃO E HOTELEIRO DO PAKAAS PALAFITAS LODGE PAULO CORDEIRO SALDANHA.
Segunda-feira, 19 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)
Rainer Rilke à luz de Nuno Álvares Pereira
O Indivíduo na sociedade e a sociedade no indivíduo: Ninguém se pensa sozinho Não existe um “eu” puro fora do “nós”, nem um “nós” abstrato que dispens

Ipam é alvo de operação policial
O Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores Públicos do Município de Porto Velho (Ipam) voltou ao noticiário. Não, evidentemente, pela q

Carta-Aberta aos candidatos à Presidência da República portuguesa
Aos onze Candidatos que aspiram representar a Nação:Escrevo esta carta não apenas em meu nome, mas na qualidade de porta-voz de milhões de portugu

O Brasil e o mundo para 2026: ordem global e caos interno
Iniciamos 2026 com novidades marcantes. A prisão do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro — ditador que fraudou o pleito após obter apenas um terç
Segunda-feira, 19 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)