Segunda-feira, 19 de dezembro de 2016 - 05h50

247 - Para Ricardo Noblat, colunista do Globo, "nada de grave, por ora, ameaça encurtar o mandato de Temer", mesmo com a delação premiada de mais de 70 executivos da Odebrecht implicarem ministros de seu governo e o próprio presidente da República, que pediu R$ 10 milhões à empreiteira do Palácio do Jaburu.
"O diligente ministro Gilmar Mendes cuidará para que o julgamento das contas de campanha de Dilma e de Temer pela Justiça Eleitoral não leve o país a conhecer um terceiro presidente da República no curto período de um ano – e, dessa vez, eleito por deputados e senadores como manda a Constituição", prevê Noblat.
O jornalista também minimiza os 63% dos brasileiros que querem eleições diretas para presidente já. "A eleição direta de um novo presidente só seria possível com o apoio de três quintos dos votos do Congresso. À parte 63% dos brasileiros, segundo o Datafolha, e a oposição ao governo, ninguém mais quer eleição direta, já", escreve. Leia aqui.
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