Quinta-feira, 8 de agosto de 2024 - 11h22

Altruísmo.
Eis aí uma expressão que não existe no vocabulário da maioria dos políticos brasileiros.
Acha que o parlamentar (senador, deputado federal ou estadual) vai ajudar o
chefe do executivo apenas por afinidade ideológica, doutrinária, interesse
social ou coisa do gênero, desinteressadamente, sem receber nada em troca, é pura
balela. Os exemplos estão aí para quem quiser vê-los.
Senadores
e deputados podem opinar e influir na destinação de recursos públicos para viabilizarem
obras e projetos em seus estados e municípios e, com isso, ampliarem seus
redutos eleitorais. E isso ocorre geralmente por meio de um mecanismo chamado
emenda parlamentar, quando o Congresso Nacional discute o Orçamento Anual.
Para se
ter uma ideia, entre janeiro e abril deste ano, o governo do presidente Lula
liberou quase R$ 14 bilhões em emendas parlamentares. Essas autorizações
geralmente ocorrem às vésperas de votações importantes, quando o governo usa a
liberação de emendas como instrumento de barganha, ou, como é mais conhecido no
mundo político, a tática do “é dando que se recebe”, ou seja, parlamentares dão
ao governo os votos de que ele precisa para fazer passar seus projetos no
Congresso Nacional, ainda que algumas dessas medidas redundem no pagamento de
mais impostos para a sociedade e, em troca, são contemplados com a liberação de
recursos federais para investimentos em suas bases.
Sejamos
pelo menos originais. Politico tem mais é que carrear recursos para seus
estados e municípios. Quem assim procede, não está fazendo mais do que sua
obrigação. Afinal, foi para isso que ele foi eleito, certo? Não quero com isso,
contudo, sentenciar à extinção a virtude da gratidão, mas também não precisa tanta
bajulação só porque um senador ou deputado federal conseguiu dinheiro para
construir uma escola, um posto de saúde ou mesmo asfaltar uma rodovia.
Domingo, 22 de março de 2026 | Porto Velho (RO)
Quem se mete com o mundo islâmico apanha
O grande erro estratégico do Ocidente e o nascimento de uma nova ordem multipolarI. O Ego como Destino: A Herança ProtestanteHá uma linha invisível

Estados Unidos, Israel e Irã estão em guerra já há mais de três semanas! O primeiro é um país majoritariamente cristão, o segundo é judeu

Com medo de serem rifados da disputa eleitoral, Hildon e Moro trocaram de partidos
O que há em comum entre o ex-prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, e o ex-ministro da Justiça no governo de Jair Bolsonaro e atual senador pelo es

Os Limites da Análise de Roxana Kreimer e a Exigência de uma Matriz Antropológica IntegralAntónio da Cunha Duarte JustoResumoO presente artigo propõ
Domingo, 22 de março de 2026 | Porto Velho (RO)