Sexta-feira, 6 de janeiro de 2017 - 05h55

247 - "Após se omitir sobre uma chacina de repercussão mundial, Temer tropeçou na própria língua. Segundo o "Houaiss", a definição mais comum de acidente é algo "casual, inesperado, fortuito". O banho de sangue em Manaus passou longe das três coisas", escreve o jornalista Bernardo Mello Franco em sua coluna nesta sexta.
"Depois de três dias em silêncio sepulcral, o presidente Michel Temer decidiu falar sobre o massacre no Amazonas. Ele classificou a matança de 56 detentos como um "acidente pavoroso". A declaração apavorou especialistas que se dedicam a estudar as prisões brasileiras.
A' fala do presidente foi infeliz, absurda e irresponsável', me disse a diretora da Human Rights Watch no Brasil, Maria Laura Canineu. 'A palavra acidente dá a ideia de algo imprevisto. Este massacre era uma tragédia anunciada', acrescentou."
Domingo, 11 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)
O voto da diáspora - direito ou privilégio?
Do “Portugal ingrato” ao debate sobre quem merece representaçãoO debate sobre o direito de voto dos emigrantes portugueses regressa ciclicamente a

A política não é ambiente para fanfarrões
A hipocrisia está presente em quase todas as relações humanas, porém, é na política, que ela se mostra com maior desembaraço, principalmente no perí

Medalhas que inspiram o futuro da ciência
Quando a teoria ganha o céu de maneira prática, o interesse genuíno dos estudantes aumenta. Áreas que antes não atraíam jovens passam a ganhar espaço.

Maduro e o cofre de ouro na Suíça
O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, enviou à Suíça R$ 5,2 bilhões em ouro entre 2013 e 2016, dinheiro esse que agora está congelado pelo governo
Domingo, 11 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)