Terça-feira, 24 de janeiro de 2017 - 11h38

SP 247 - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou na manhã desta terça-feira, 24, da reunião da Confederação Nacional dos Metalúrgicos (CNM) e da Central Única dos Trabalhadores (CUT), em São Bernardo do Campo.
Em um discurso firme, Lula criticou com veemência os impactos da operação Lava Jato na economia brasileira e disse não ter dúvidas sobre os interesses econômicos por trás da operação. "Nós não estamos levando a sério o que a chamada Operação Lava Jato está fazendo com a economia brasileira. Chega a 2,5% do PIB o impacto da Lava Jato na economia brasileira. Hoje, tenho convicção de quem tem dedo estrangeiro nesse negócio da Lava Jato. Tem interesse no Pré-Sal. Eles agora estão desmontando tudo o que fizemos e os trabalhadores da Coreia vão ganhar dinheiro produzindo para o Brasil", disse Lula.
O ex-presidente criticou também a subordinação econômica do país ao mercado financeiro. "O governo tem que ser o motor de arranque do Brasil. Se não for o Estado, não tem ninguém. Qual é o empresário que vai fazer investimento se não tiver consumo?", questionou.
O ex-presidente, que lidera a corrida eleitoral de 2018 em todos os cenários, disse que a retomada da economia do País precisar ser "obsessão", mas destacou que só com a reconquista da democracia é que o Brasil pode avançar economicamente. "Ou a gente recupera a democracia nesse país, ou a economia não vai voltar a crescer", afirmou.
Demonstrando boa forma física, Lula conclamou os metalúrgicos presente no encontro a lutarem pela volta da democracia no País. "A hora é de lutar. Hoje, eu corri 10 quilômetros. Se preparem!".
Segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026 | Porto Velho (RO)
Marcos Rocha: de volta ao jogo político?
Pelo que se tem lido na imprensa, parece que o governador de Rondônia, cel. Marcos Rocha, encontrou um partido para chamar de seu. Trata-se do PSD,

BR-364: pedágio veio para ficar
A cobrança do pedágio na BR-364 não é uma novela mexicana como muitos, de forma confortável, ainda pensam. Muito menos achar que, de uma hora para o

Mesmo com a redução de repasse, Câmara Municipal segue inchando a folha de pagamento com nomeações
A Câmara Municipal de Porto Velho diz que não tem dinheiro para pagar direitos de servidores que se aposentaram há três, quatro anos ou mais, mas, e

É comum, em período eleitoral, políticos e candidatos encontrarem soluções milagrosas para os inúmeros problemas que angustiam a população. Por exem
Segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026 | Porto Velho (RO)