Quarta-feira, 1 de dezembro de 2021 - 18h12

Chega a ser patético o flerte entre o ex-presidente Lula com o
ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin. O próprio Lula se encarregou de dar
o primeiro passo naquilo que considera o grande acordo político que o lançaria
como paladino da moralidade pública na eleição presidencial de 2022, tendo o
tucano como vice.
Durante uma de suas tediosas entrevistas, Lula disse que sempre
manteve uma extraordinária relação de respeito com Alckmin, mas não é isso o
que se observa nos discursos do petista. Lula e Alckmin juntos é o que se
poderia chamar de casamento explosivo: Lula defende o estado paternalista;
Alckmin, por sua vez, é a favor do estado privatista. Teríamos, assim, um choque
do capitalismo contra o socialismo.
Mas isso parece irrelevante para Lula. No fundo, o que importa
mesmo é que tudo se junte em torno dele, não interessa os meios para que isso
ocorra, desde que seus devaneios sejam alcançados. Não é difícil, porém, imaginar
a confusão que essa possível coalizão de forças causaria na cabeça do
eleitorado. Engraçado como Lula é capaz de qualquer sacrifício para tentar
alcançar a unanimidade, valendo-se, inclusive, dos mesmos métodos que ele e
seus séquitos sempre condenaram, porém é assim que se faz política no Brasil.
Assistimos apenas a febril atividade dos que reivindicam a
cadeira hoje ocupada pelo presidente Jair Bolsonaro, cujo desgaste parece menor
do que o apregoado pelos seus adversários. Até as convenções partidárias se
repetirão os vaivéns costumeiros, a troca de tudo, menos da apresentação de
propostas coerentes com as aspirações, necessidades e sentimentos coletivos.
Enfim, à pobreza material soma-se a pobreza política.
Domingo, 22 de março de 2026 | Porto Velho (RO)
Quem se mete com o mundo islâmico apanha
O grande erro estratégico do Ocidente e o nascimento de uma nova ordem multipolarI. O Ego como Destino: A Herança ProtestanteHá uma linha invisível

Estados Unidos, Israel e Irã estão em guerra já há mais de três semanas! O primeiro é um país majoritariamente cristão, o segundo é judeu

Com medo de serem rifados da disputa eleitoral, Hildon e Moro trocaram de partidos
O que há em comum entre o ex-prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, e o ex-ministro da Justiça no governo de Jair Bolsonaro e atual senador pelo es

Os Limites da Análise de Roxana Kreimer e a Exigência de uma Matriz Antropológica IntegralAntónio da Cunha Duarte JustoResumoO presente artigo propõ
Domingo, 22 de março de 2026 | Porto Velho (RO)