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Luís Sérgio Lico : Quando Começa o Futuro?


A duração, na qual estamos imersos é a mobilidade pura. Está além de nossa expressão analítica. Mas, podemos identificar a sucessão dos acontecimentos entre uma consciência em fluxo e o mundo externo. Intuímos a presença de padrões e conexões lógicas e necessárias. Assentimos uma relação imediatamente dada desta consciência consigo mesma e com a exterioridade, mas dentro deste incessante vir-a-ser, somente entendemos este continuum criando divisões.
Ontem, hoje e amanhã são nomes dados aos recortes que efetuamos, espacializando o tempo. Esta é a maneira pela qual uma parte de nossa racionalidade, a inteligência opera: em função da utilidade. Nada mais útil do que poder controlar um fenômeno. Estas técnicas nos permitem um determinado grau acerto ao analisar, prever e controlar como se dão estas relações e interações que nos atingem. Também permite validar ou não juízos e opiniões, estratégias e pensamentos, atravessamos, deste modo nossa condição especial de existência social (biopsicosocial?) que chamamos mundo.
ntos que pode ser observado é: Sempre que alguém quer atenção para seu discurso, o relaciona a uma série de fontes de dados. Em alguns casos, para fazer a devida referência ou buscar subsídios para o debate. Mas, na esmagadora maioria dos casos se faz isso apenas para apoio de plataformas próprias. Nada mais natural, o ser humano médio é assim mesmo e sempre busca o apelo à autoridade, que está vigente desde a idade média, a despeito de todo esforço de Descartes.
O mesmo se dá em relação a opiniões, chancelas, análises e levantamentos encomendados para mensurar sociedades, as chamadas pesquisas e verificações: apresentamos sintomas de uma endêmica necessidade de confirmações, de “opiniões” autorizadas, a nos apontar qual seve ser a interpretação do real.
Mas, pesquisas dependem da metodologia e, como se sabe, elas a priori não são isentas. Cabe verificação empírica. Mesmo porque o que se recolhe é fruto de questionários e estratificações planejadas e raciocínio indutivo. Ou seja: não se levantam dados da realidade, mas apenas se busca confirmar conjecturas ou caminhos para estratégias já previamente traçadas.
Um exemplo clássico são os levantamentos sociais: O ethos ultrautilitarista dá o tom da política atual. Mas dificilmente se apontam rumos ou soluções. Seria cômico se não fosse trágico este apontar, este delimitar de indicadores e nenhuma ação. Quando avançaremos rumo ao bem comum?
Temos a tendência de "confiar" em números. Coisas bonitas que adquirem substância e realidade quando apresentadas em gráficos e planilhas? Como chegamos a isto? Difícil resumir aqui, mas digamos que temos um bom caminho já andado e a ignorância anda de mãos dadas com a ilusão.
Há muito já se fez a denúncia: Ciência não é pura, no entanto busca-se a fundamentação na razão e no "esclarecimento. Esta é uma crença perigosa. A política se vale de meios e entremeios que fariam corar Maquiavel. Poucos se dão conta de que suas opiniões são, mormente, vazias e superficiais, só valem para expressar sua própria frustração. Uma vez extrapoladas para o contexto, se perdem, vazias e, sem fundamento ou inaplicáveis, portanto, descartáveis e descartadas pelos mandatários. Exemplos não faltam: já tivemos escândalos e manipulação de dados e veiculação suspeita na mídia e no governo antes. Os indicadores não são melhores hoje.
A ordem do discurso ainda impera. No campo das "verdades" estatísticas, a crença é xiita: saiu a tabulação têm-se a “verdade”. No entanto, metodologias a priori não são isentas, assim cabe verificação empírica das chamadas "tendências". O niilismo midiático reforça o senso oportunista de uma população sem cultura: aposta-se no que tem mais pontos. Tudo é jogo e interesse. Definimos no Brasil um novo estágio do utilitarismo preferencial e os filósofos ainda não chegaram a perceber a capacidade da perversidade instalada. Quando avançaremos? Tudo deve ser levado em conta de "interesses de mercado", "estratégia e gestão". Até que ponto os cânones da administração devem nortear o humano? Todos caminhamos rumo às conceituações e esquecemos que a espacialização do tempo nos lega apenas os substratos teóricos que inundam este país de "papers". Ações são tímidas. A prática encarnada mata o espírito. Resultado: Todos amam com parcimônia e gozam com tibieza, sonegando muito neste percurso.
A pergunta que não quer calar é atualmente múltipla: Porque o desemprego estrutural, com ou sem Marx? Porque ainda a voz do cidadão não encontra meios de coerção contra o Estado? Porque a Justiça é cega, surda e lerda? Porque se morre nas filas dos hospitais e, depois de dada a notícia o âncora sorri e passa a falar de futebol e tudo bem? Porque desviamos o olhar dos que estão caídos nas ruas? A resposta não está pairando no vento, está escrita nos códigos empoeirados, no marketing aético, nas autarquias e nas associações.
Estamos longe de uma república calcada na paidéia, na meritocracia, na equidade concorrencial ou sequer desenvolvimento. Mas esta é a parte fácil, já que lutamos contra um tributarismo feroz. Mentalidade opressora que distorce e, não raro, inviabiliza a vida das pessoas e empresas. O difícil é delimitar o alcance de uma vontade de potência que constrangeria até os homens do porvir, embora dirigida aos mais ferozes instintos hedonisticamente atuais. Tempos e costumes? Faça seu comentário num blog para ninguém ver!
Dionisio está solto! Voltando ao assunto, se manipular está no vade mecum das ações, porque não das informações e dados? O que impede os subterfúgios, as interpretações dolosas, as chicanas jurídicas e estatísticas? A possibilidade de usar o avião em campanha é remotamente ética. Presidentes do senado enroscados em modelos crônicos de corrupção, logo serão substituídos por outros tantos lobbies e jabás. Tudo vai mal, esganiçava-se Robertão Rei, mas o pior é saber que poucos terão coragem ou inteligência para ousar ações impeditivas do mal. Já os sectários das disciplinas ditatoriais florescem a cada calourada nas universidades públicas e após invadirem reitorias e cantarem Vandré, vão embora com o pequeno butim para o boteco. Mas estes são apenas anacrônicos imbecis, malvados mesmos são os que dão usinas para terroristas e fazem ameaças tributárias, dizendo que se cortarem impostos haverá menos feno para o gado.
Mas, para os que cultivam a idolatria dos indicadores não posso deixar de contribuir com algumas estimativas: Enquanto finalizo estas mal traçadas linhas, 5 ou 6 pessoas morreram assassinadas no estado e outras 15, talvez menos, de fome e doenças parasitárias. 10 empresas fecharam e milhares foram despedidos. Umas tantas enlouqueceram e mataram a amante, enquanto outros cometeram latrocínio, concussão ou foram para a cama com crianças. Traficantes se reúnem toda noite embaixo de minha janela, que tranco cuidadosamente pois não posso contar com uma polícia investigativa e firme. Se eu denunciar me identificando, estarei com os dias contados.
Amanhã tento engulir isto, de novo, com um café preto (sem racismo) e um pão na chapa. E o espetáculo da vida continua! Até que a ingrata das gentes me surpreenda nas mandíbulas de um cachorro ou naquela bala perdida. Se tiver sorte, viverei para contemplar a extinção dos últimos ecossistemas e me abrigarei nas marquises sem chuva do pesadelo de Loyolla Brandão, após o fim das economias de mercado. Cruz credo! Nem sei o que é pior.
Contudo é isto o que nos espera e o que estamos acostumados a aceitar - calados e sem meios de gritar -, mesmo que quiséssemos. Faltam instrumentos eficazes e a própria liberdade de expressão e de agir é um controle imposto a todos: digam o que quiserem, ninguém ouvirá. O atendimento foi terceirizado, as leis e o dinheiro também. Fugir ou lutar também é complicado: marxismos são ignorantes, míopes e antidemocráticos, mas poderios econômicos são devastadores, sombrios e acachapantes. A questão, entre outras é: O que será de nós agora, que o tempo já chegou? Mas, também podemos perguntar: Quando começa o futuro? Alcançará o bicho homem o seu destino? Quando avançaremos para o bem comum? Quando viverei e morrerei como homem e cidadão? Acabou o texto e falta ainda tanto a dizer...
Luís Sérgio Lico é Filósofo e Conferencista. Especialista em Treinamentos, Palestras & Workshops de Alto Impacto Motivacional. Professor, Articulista e Autor do Livro: O Profissional Invisível. Contatos: E-mail: [email protected] Visite o hotsite: http://palestras.consultivelabs.com.br

Luís Sérgio Lico : Quando Começa o Futuro? - Gente de Opinião


O Profissional Invisível
O filósofo e consultor Luís Sérgio Lico acaba de lançar "O Profissional Invisível", uma obra destinada a ajudar a todos aqueles que buscam uma recolocação profissional e são excluídos pelo preconceito e ignorância destas sistemáticas.
Baseada em uma pesquisa de dois anos, publica-se este documentário instigante que desconstrói o itinerário de testes e paradigmas exigidos para a contratação. O autor em sua análise, põe em xeque a validade ética dos sistemas de seleção, que reduzem candidatos a meras tabulações, descaracterizando-os como indivíduos. O intuito é explicitar detalhadamente o percurso padrão da perda de identidade, que se sucede à demissão e o posterior confronto com o “mercado”, orientando ao leitor sobre como evitar suas armadilhas, conhecer seus requisitos, safar-se dos golpistas e manter a necessária auto-estima.
Paralelamente ao relato de uma realidade que assombra milhões, o objetivo principal é oferecer uma síntese deste ocultamento, das incapacidades funcionais e dos contaminantes observados na aplicação indiscriminada de métodos de avaliação sócio-psicológicos superados, inadequados ou até lícitos. O ferramental de seleção em uso -os chamados laudos, dinâmicas e testes - não têm suporte científico, não sendo sequer aprovados pelo Ministério Público, Conselhos de Classe ou Ministério do Trabalho.
Desta maneira, o autor tenta demonstrar o viés desnaturado das relações corporativas, a ineficácia de seus instrumentos de seleção e - pelo lado consultivo desta abordagem -, constatar a orientação administrativamente obsoleta e custosa deste modelo. O livro é redigido em linguagem acessível e bem humorada, no entanto sua temática é da maior seriedade e convida ao debate. O discurso dos "perfis profissionais" gera uma topografia específica: Um ambiente hostil onde coexistem crenças, ineficácia e assédios de vários gêneros. Isto ocorre em corporações ou entidades, trata-se de algo generalizado, uma instância da produção, replicadora de angústia, stress e invisibilidade.
Muito mais que um posicionamento crítico, de cunho filosófico contemporâneo, a obra procura oferecer soluções e informações práticas para quem está PHd (por hora disponível) e necessita urgentemente orientar-se no absurdo cipoal das requisições atuais para contratação. O livro também aponta quais as empresas sérias do setor e resume as pendências do Ministério Público com o Conselho Regional de Psicologia, além da deliciosa crônica das entrevistas e o non sense que tem se tornado praxe nestas situações.
Ficha Técnica:
Título: O Profissional Invisível – Um Manual Prático para Desempregados
Editora: Editora Ex Libris
Autor: Luís Sérgio Lico
Nr. Páginas: 185
Valor: R$ 28,00
Distribuição: Ex Libris
Vendas: Site da Editora
Contatos SP: (11) 5011-9852

A sinopse do livro se encontra disponível no site da editora (www.editoraexlibris.com.br).
Maiores informações: (11) 5011-9852 ou pelo email: [email protected]

Luís Sérgio Lico - Mini Currículo
Luís Sérgio Lico é Filósofo, Consultor, Escritor e Conferencista. Atua no mercado corporativo há 10 anos, desenvolvendo Treinamentos Organizacionais Transformadores e Palestras de Alto Impacto em Motivação. Especialista em Excelência Profissional e Professor Universitário é Diretor do Laboratório de Pesquisa & Desenvolvimento de Cursos da Consultive Labs.
Como autor, discorre e relata sobre as metáforas da ausência: as linguagens intuitivas e imediatas, os motores da subjetividade, os fluxos da percepção, as sínteses da experiência muda. Em suas funções consultivas, alia sua trajetória na produção de conteúdos, eventos e treinamentos organizacionais, com a profundidade da reflexão filosófica experimental. Isto possibilita sistematizar metodologias de sucesso, que são aplicadas em todos os seus projetos e produtos educacionais.
Temática: O Lado Oculto do RH
Estar na condição de desempregado significa experienciar situações de violenta tensão e exclusão, as quais têm um impacto relevante sobre toda a estrutura do ser e sua relação com a realidade. Envolve desde o sistema pessoal de crenças do indivíduo, até suas relações valorativas consigo próprio, com a sociedade, a economia e os círculos familiares. Para facilitar a divisão, diremos que no mínimo temos que lidar com três instâncias naturais e, pelo menos, duas esferas transcendentes aos processos da matéria. O que nos é naturalmente dado são os seis sentidos corporais, uma civilização que é regida pelo tempo, espaço, história, cultura e um lugar no ecossistema planetário com direito a todos os instintos. Internamente possuímos o sentimento, a memória, a intuição, a consciência e, mesmo que alguns discordem, até uma alma.
Sob pressão, constante, de todos estes mecanismos e inter-relações em todos os níveis é ter uma carga dramática de significados, escolhas, ações e decisões que se tem que tomar pesando sobre o ombro a cada passo dado. Errar significa, ao senso comum mais que a desonra, significa a continuidade da privação e toda sua coorte de problemas. Desconhecer ou desprezar as complexas relações entre todas as instâncias que compõe o homem, em função de um perfil é reduzi-lo a uma insignificância. Suas emoções, atitudes, pensamentos e comportamentos não somente são frutos da escolha pessoal, mas deste atrito e sinergia entre todos os fatores envolvidos. No mecanismo acima descrito ainda se insere a etiqueta social determinando um protocolo de atitudes, os perfis profissionais exigindo competências, os jornais e revistas estampando procedimentos, especialistas inventando necessidades, o mercado exigindo retorno, as empresas clamando por excelência.
No entanto, o que se vê, quando se está em situações de transição de carreira é um passeio pelo labirinto áspero e misterioso dos subsistemas de Recursos Humanos e dos paradigmas-minuto. Justamente neste encalço, formou-se um verdadeiro nicho de mercado, onde várias empresas garantem seu faturamento ao predisporem-se a intermediar a comunicação das competências. Mas a materialidade do mercado e "formadores de opinião" têm criado exigências impossíveis e situações de alto estresse, nos sistemas de seleção: resuma sua vida objetivamente (em dois minutos, que é como eu quero, senão está fora) faça um plano de contribuição imediato à empresa contratante (não lhe diremos que empresa é, mas você deve saber como trazer rentabilidade), seja julgado como se veste em uma fração de segundo... Entre outras sandices não-científicas.
O PROFISSIONAL INVISÍVEL -p SINOPSE
O Profissional Invisível é uma obra que se desenvolve em duas frentes: Ajudar a todos os que buscam uma recolocação profissional e se deparam com processos obsoletos, marcados por sistemáticas carregadas de impessoalidade, crenças, preconceito e ignorância. De outra, quer lançar luz sobre questões vitais para o universo de recursos humanos, desde a especialização em gestão humana até a superação de antigos modelos ainda em vigor.
Após uma pesquisa de dois anos, dentro do labirinto dos mitos corporativos, publica-se este documentário instigante, que desconstrói o itinerário de testes e paradigmas exigidos para a contratação. O autor em sua análise, põe em xeque a validade ética de sistemas de seleção que reduzem candidatos a meras tabulações, descaracterizando-os como indivíduos. Neste itinerário, o tratamento dispensado ao "capital humano" a ser adquirido pela organização o transforma em cidadão de segunda classe, apenas sujeito à avaliação e rotulagem meramente quantitativas.
O intuito é explicitar os mecanismos e percursos do padrão da resistência, seleção e perda de identidade, que se sucede à demissão, orientando ao leitor sobre como evitar as armadilhas do mercado, conhecer seus requisitos, safar-se dos golpistas e manter o foco e a necessária auto-estima. Paralelamente ao relato de uma realidade que assombra milhões, o objetivo principal é oferecer uma síntese deste ocultamento, desta ditadura do perfil a transformar talentos em coisas intangíveis.
Relata-se como se perde - pouco a pouco - a somatória das competências através das incapacidades operacionais e dos contaminantes observados na aplicação indiscriminada de métodos de avaliação sócio-psicológicos superados, inadequados ou até mesmo ilícitos. O ferramental de uso massivo - os chamados laudos, dinâmicas e testes - carecem de suporte científico e nada avaliam, sendo utilizados apenas para uma espécie de “efeito peneira” ou retórica comercial.
Desta maneira, o autor tenta demonstrar o viés desnaturado das relações corporativas, a omissão, a ineficácia de seus instrumentos de seleção e - pelo lado consultivo desta abordagem -, constatar a orientação administrativamente obsoleta e custosa deste modelo. Muito mais que um posicionamento crítico, de cunho filosófico contemporâneo, a obra procura oferecer soluções e informações práticas para quem está PHd (por hora disponível) e necessita urgentemente orientar-se no absurdo cipoal das requisições atuais para contratação.
O livro é redigido em linguagem acessível e bem humorada, no entanto sua temática é da maior seriedade e convida ao debate. Além do estudo, o leitor encontrará comentários consultivos, sites específicos, esclarecimento de processos, legislação, empresas confiáveis, listas de discussão, material motivacional, reportagens, cursos e dados relevantes.
Na página da Editora (www.editoraexlibris.com.br) Utilize o link “Fale com o Autor” para solicitar uma palestra em sua Universidade ou Empresa. Se quiser, envie um email diretamente para [email protected]

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