Sábado, 3 de outubro de 2009 - 22h18
A nossa cultura se caracteriza pelo excesso em quase todas os âmbitos da vidal: excesso na utilização dos recursos naturais, na exploração da força de trabalho, na especulação financeira, na acumulação de riqueza. A atual crise é fruto em grande parte deste excesso.
O historiador inglês Arnold Toynbee em seus estudos sobre o nascimento e morte das civilizações assinala que estas entram em colapso quando o excesso para mais ou para menos começa a predominar. É o que estamos assistindo atualmente. Dai a importância de refletirmos sobre a justa medida, que acaba sendo sinônimo de sustentabilidade. CLIQUE E LEIA MAIS NA COLUNA DO TEÓLOGO, FILÓSOFO E ESCRITOR DE OPINIÃO LEONARDO BOFF
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Saúde estadual – a tragédia anunciada
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