Quinta-feira, 14 de janeiro de 2010 - 11h00
Para quem pensa que vida de cerimonialista é fácil, vale observar a pedreira que é por alguém com os predicados de um José Arruda – mais sujo que pau de louro – sentado no meio de autoridades. Ontem o cerimonial da Presidência da República se virou mais que “bala d
e coco em boca de banguela” para acomodar o “ínclito governador” Arruda durante a solenidade para lançamento de uma tal “Matriz de Responsabilidades” para a Copa de 2014, ou seja lá o que o governo quer dizer com isso.
O clima teve um prenúncio de tempo ruim quando Arruda chegou e foi vaiado. A partir daí, o presidente Lula não queria ser fotografado apertando sua mão, e o governador José Serra não queria ficar sentado ao seu lado. Empurra mais aqui, puxa alguém dali e o “bode de bicheira” foi deslocado para uma cadeira ao lado de Jaques Wagner (BA), e a assinatura do termo de cooperação ou “Matriz de Responsabilidades foi antecipada e simbólica para evitar embaraços protocolares.
E Lula foi eloquente durante a solenidade: “Precisamos criar um movimento que possa envolver uma espécie de um tratado de ajuste de conduta entre os órgãos executores e órgãos fiscalizadores para que a gente não dê na fiscalização, seja na questão ambiental, na Controladoria, no Tribunal de Contas, o mesmo tratamento como se tivéssemos vivendo tempos de normalidade”. Claro que não entendi mas, acho que isso tudo aí é para traduzir a tal “Matrix”, que como se vê é bem mais fácil de entender do que o tal Plano de Direitos Humanos.
Fonte: Leo Ladeia
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