Porto Velho (RO) domingo, 29 de novembro de 2020
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INTERVENÇÃO MILITAR SIM, JÁ!!!!! Por General Marco Antonio


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INTERVENÇÃO MILITAR SIM, JÁ!!!!!

“A Instituição será maculada, violentada e conspurcada diante da
leniência de todos aqueles que não pensam, não questionam, não se
importam, não se manifestam”

                                                    Gen Marco Antonio

Felicio da Silva

O afastamento dos chefes militares da cúpula do poder, com a criação
do MD, moeda de troca política e entregue a incapacidade de civis,
incluso de corruptos, como demonstram os anos de sua existência, se
deu por pressão externa. Um grande erro, pois, vivemos contexto,
histórico, social, político, econômico e militar, diferente de
qualquer outra nação e não podemos dispensar, embora a existência de
regime democrático, da atuação política das Forças Armadas por meio de
seus chefes.

Há anos que os comandantes das Forças Armadas (FFAA) convivem
amistosamente e em silêncio obsequioso com diferentes chefes e
autoridades de governo, independentemente de políticas espúrias que
tentam impor à Nação, da corrupção intensa e do aparelhamento
ideológico que permeiam os poderes da República.

Jamais opinando quanto aos graves problemas de toda ordem que envolvem
o País, incluso sobre aqueles que colocam a Segurança da Nação em
risco e que atingem diretamente a existência de um Estado Democrático
de Direito.

Dessa forma, chegamos, hoje, à inaceitável situação, desesperadora
para uma Nação que as FFAA têm a obrigação constitucional de tutelar.
TUTELAR, sim, isto é, proteger , defender, como ensina qualquer bom
dicionário.

Assim, renovando as esperanças dos patriótas civis e militares, da
Ativa e da Reserva, ouvimos a recente palestra do Gen de Exército
Mourão, cujo preparo, coragem moral e liderança militar são inegáveis.
Traduziu a voz da maioria da população e de militares, asseverando a
necessidade de uma intervenção militar caso o caos em que vivemos se
torne pior do que já o é, findando com a sangria da Nação, estupefata
e insegura, efetuada por enorme e poderosa quadrilha que do governo se
apoderou.

Contra Ele se levantou a totalidade dos idiotas esquerdopatas que
levaram o País ao fundo do poço e aqueles que compõem tal quadrilha,
principalmente de políticos e empresários, tentando desmoraliza-lo,
mostrando-o como indisciplinado e golpista. E, assim, o fazem para
salvar a própria pele.

O Gen Mourão, disciplinado e leal ao Comandante do Exército, reafirma
a necessidade da ação legal da Força ao agir, da legitimidade que tem
para tal, visto o imenso apoio da população, e que não seja causadora
de qualquer instabilidade, o que é o obvio ululante, como diria o
saudoso Nelson Rodrigues. Quanto a ser isenta, têm as FFAA um só
partido: A Nação brasileira e os que defendem os interesses nacionais.

O General Mourão, ciente da responsabilidade da defesa da soberania da
Nação, homem inteligente, informado e preparado intelectualmente, sabe
também, que os poderes republicanos estão apodrecidos, dirigidos e
dominados por reconhecidos bandidos. Já não funcionam harmonicamente e
a grande maioria da população já não se vê, por eles, representada.

O Executivo tem Presidente ilegítimo, Cmt em Chefe das FFAA, acusado
pelo Procurador Geral da Republica como chefe de organização
criminosa. As discussões e ações, intra e entre poderes, são
tumultuadas, e os problemas de natureza estratégica do País estão
relegados ao esquecimento. Decisões são tomadas irresponsavelmente,
mesmo as que afetam a Segurança Nacional.

O sentimento de insegurança é crescente, o desemprego continua
alarmante. O deficit fiscal é impressionante.

Inteligente, o Gen Mourão nâo pode acreditar na reconstrução do País
pela corja que aí está. A atual Constituição tem que ser substituida
por outra privilegiando mais deveres do que direitos, consentânea com
o caráter nacional. Impunidade zero bem como nula a tolerância com
criminosos.

O próprio Comandante do Exército afirmou que o País está a deriva.

Assim, o discurso do Gen Mourão não pode ser considerado uma novidade.
Os principios sensíveis do Poder Republicano estão corrompidos, o que
torna a intervenção das FFAA constitucional e obrigatória,
independentemente da ordem de qualquer Poder.

As aproximações sucessivas já terminaram com o insucesso da
intervenção das FFAA contra o crime organizado no Rio de Janeiro.

E terminaram ao mesmo tempo em que se inicia, fortemente, o
solapamento da legitimidade das FFAA, característica que não podemos
perder a qualquer custo, por culpa de um Ministério da Defesa
politizado.

INTERVENÇÃO JÁ !!!!!!!!

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