Segunda-feira, 23 de março de 2026 - 16h19

Começam a
esboçar as pré-candidaturas ao governo de Rondônia. Por enquanto, oito
políticos aparecem como possíveis concorrentes ao comando do Palácio Rio
Madeira. O primeiro a sair na frente,
como eu disse na coluna da semana passada, foi o senador Marcos Rogério. Logo,
será a vez de o ex-prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, anunciar sua
pré-candidatura, seguido de nomes já conhecidos da opinião pública, cujos partidos
ainda estão na fase de negociações.
Apesar de o quadro eleitoral ainda se apresentar
bastante incipiente, sujeito, portanto, a mudanças em sua composição, com a
possibilidade do surgimento de novos nomes no tabuleiro sucessório, e a
desistência de quem já se considera credenciado para a disputa, não foram
poucas as pessoas com as quais conversei recentemente que apontam o senador
Marcos Rogério como favorito à sucessão governador Marcos Rocha. Repito que
ainda é muito cedo para dizer que esse ou aquele político cruzará a linha de
chegada, pois até a realização das convenções, muita água ainda vai correr
debaixo da ponte, muita coisa poderá acontecer.
O eleitor terá de optar não apenas pensando em
termos imediatos de uma melhoria geral da situação difícil pela qual atravessa
o estado de Rondônia, também ele vitimado pela crise que assola o país, nos
mais diversos setores da administração pública, com revelo para as áreas da
saúde, educação e segurança pública.
Reveste-se, por isso mesmo, da maior
importância, o fato de que essa escolha tem um sentido transcendental. Quer
queiram, quer não queiram os derrotistas, os que fazem do pessimismo uma força
para adaptar-se à inércia de quem deseja viver mergulhado na pocilga das
falcatruas, Rondônia tem jeito, sim, desde que o eleitor vote em candidatos
verdadeiramente preocupados com o bem-estar da população, e não negocie seu
voto com políticos espertalhões, que se acostumaram a transformar o mandato
popular em trampolim à satisfação de interesses pessoais ou de grupos, enriquecendo-se à custa do sofrimento e da
miséria da população.
É sobre esse prisma, entretanto, que os
eleitores deverão marchar às urnas no próximo mês de outubro.
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