Quarta-feira, 19 de abril de 2017 - 14h50
.jpg)
Professor Nazareno*
O ditador nazista Adolf Hitler mora no inferno desde o seu suicídio naquele distante 30 de abril de 1945. Mas vez por outra faz uma visitinha ao mundo, de onde diz sentir ainda muitas saudades. Recentemente esteve no Brasil, país tropical que com outro ditador era, naquela época e às escondidas, um grande aliado dos alemães. Mesmo em pleno século XXI, o carniceiro germânico ficou espantado com muitas coisas que acontecem por aqui. Ficou estarrecido e morto de vergonha com alguns métodos de controle social usados pelos nossos políticos. “Como pode uma enorme massa ignara com mais de 206 milhões de pessoas se submeter bovinamente às ordens e ditames de meia dúzia de mandatários?”, pensou o escroque ariano. Uma nação inteira trabalhar de sol a sol para sustentar luxos e roubalheiras do staff nem os nazistas conseguiram.
Hitler era racista, misógino, preconceituoso, assassino, homofóbico, cruel, ditador, cínico e sanguinário. Mas não foi corrupto como o são muitos dos políticos brasileiros. Os nazistas perseguiram cruel e covardemente todas as minorias em solo alemão. Mataram muitos negros, homossexuais, deficientes e judeus. Já os mandatários do Brasil perseguem a maioria de sua população, principalmente os pobres e desassistidos. Hitler não era alemão, mas gostava muito de seus compatriotas arianos e por eles fazia tudo o que fosse possível. Decididos a não roubar um único centavo dos germânicos, os nazistas não interferiram muito na infraestrutura do país tanto que hoje, só 70 anos depois, a Alemanha figura entre as maiores potências econômicas e culturais do mundo. Isso apesar de ter sido derrotada, humilhada e repartida entre os vencedores.
O sistema educacional dos brasileiros é um dos piores do mundo na atualidade. O oposto da educação pública da Alemanha e da Áustria, por exemplo. “Todo o imposto arrecadado do povo deve ser investido em benfeitorias para esse mesmo povo”, tentou em vão ensinar Hitler aos políticos e autoridades brasileiras. Com os olhos marejados de emoção, o ditador nazista lamentou não ter empregado contra os seus inimigos judeus o sistema de saúde pública do Brasil. “Verdadeiros campos de extermínios são os hospitais públicos deste país”, disse. “Só que em vez de matar os inimigos do Estado, os brasileiros matam os pobres e pagadores de impostos”, completou meio confuso. Imagine-se se ele tivesse visto o Hospital João Paulo Segundo de Porto Velho em Roraima. Exemplo claro de como se matam pessoas e ainda se é reconhecido por isso.
O sistema de Justiça deste país é hilário. Só os pobres são punidos. Roubar muito dinheiro geralmente não dá em nada. Veja-se a Operação Lava Jato que está em curso. Alguns dos ladrões do dinheiro público já estão soltos ou cumprindo prisão domiciliar em suas luxuosas mansões. O Partido Nazista era fichinha diante das falcatruas dos partidos políticos do Brasil. O PT, o PSDB, o PP, o PMDB e tantos outros se especializaram em dilapidar impunemente o Erário do país. Os nossos políticos roubam, corrompem, desviam e depois mentem diante da Justiça dizendo que são inocentes. Afinal “uma mentira contada diversas vezes, torna-se uma verdade”. Em 2018 haverá eleições e a maioria dos bandidos, corruptos e ladrões do dinheiro público será eleita tranquilamente para continuar roubando o povo como se fosse a coisa mais normal do mundo. Aqui, Hitler aprendeu muitas coisas e se envergonhou dos políticos.
*É Professor em Porto Velho.
Quinta-feira, 22 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)
A importância de se criar o Conselho de Assistência Médica
O Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores Públicos do Município de Porto Velho (IPAM) possui o Conselho de Previdência, um órgão coleg

A Coreia do Norte é inimiga dos Estados Unidos desde que terminou a fatídica Guerra da Coreia entre 1950 e 1953. Conflito este que dividiu

Com o final da Operação Sutura, é hora de avançar na melhoria da assistência médica do Ipam
Com o final da Operação Sutura, realizada pela Polícia Civil, em parceria com o Ministério Público de Rondônia, identificando responsáveis de possív

Rainer Rilke à luz de Nuno Álvares Pereira
O Indivíduo na sociedade e a sociedade no indivíduo: Ninguém se pensa sozinho Não existe um “eu” puro fora do “nós”, nem um “nós” abstrato que dispens
Quinta-feira, 22 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)