Sexta-feira, 19 de abril de 2024 - 09h01

Após uma jornada de quatro horas de estrada partindo de Porto Velho até Guajará Mirim e mais três horas de barco, a Aldeia Santo André, localizada na Terra Indígena Pacaás Novos, está prestes a vivenciar uma transformação histórica. Quase 80 famílias da aldeia, situada no coração da floresta amazônica, serão beneficiadas com a chegada da energia elétrica, graças à implantação do Microssistema Isolado de Geração e Distribuição (MIGDI) pela Energisa. A obra representa um marco, permitindo que este Dia Nacional dos Povos Indígenas, celebrado em 19 de abril, tenha um significado ainda mais especial.

Os MIGDIs representam uma inovação no campo da geração de energia, utilizando fontes de energia renovável intermitente. Esses sistemas não apenas atendem várias unidades consumidoras, mas também estão ligados a uma rede própria de distribuição, marcando um avanço significativo na maneira como a energia é fornecida em áreas remotas.

Este projeto integra o Programa Luz para Todos (LPT), uma iniciativa do
Governo Federal coordenada pelo Ministério de Minas e Energia (MME), com o
objetivo de expandir o acesso à energia elétrica em regiões remotas da Amazônia
Legal. Além da Aldeia Santo André, mais de 500 famílias já foram atendidas em
Terras Indígenas pelo programa com energia solar, sendo que para 2024, a
previsão é de mais 200 instalações. Essa população também já foi atendida com
energia convencional, aproximadamente 800 famílias.
Para o presidente da Energisa em Rondônia, André Theobald, com a
previsão de que o sistema esteja operacional em meados de maio, a Aldeia Santo
André se prepara para um novo capítulo em sua história, marcado pelo acesso à
energia elétrica. “Este desenvolvimento não apenas melhora a qualidade de vida
dos habitantes da aldeia, mas também representa um passo importante na
integração de tecnologias sustentáveis em comunidades tradicionais”,
comemora Theobald.
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