Terça-feira, 16 de abril de 2024 - 07h27

O presidente da Associação Comercial de Rondônia (ACR),
Vanderlei Oriani, fez um desabafo na segunda-feira 15.04, ao comentar o absurdo
de mais uma cobrança imposta pela Prefeitura à classe empresarial: a taxa de
resíduos sólidos produzidos por grandes empresas de Porto Velho.
“É uma taxa absurdamente alta para os empresários que já
são submetidos a cargas excessivas de impostos. O ano já começou com aumento do
ICMS e agora a Prefeitura quer nos obrigar a arcar com as despesas de um
serviço que é dela. A tributação e as obrigações acessórias estão matando
nossas empresas”, ressaltou.
Atualmente, com o fechamento do lixão municipal da Vila
Princesa, o aterro sanitário é terceirizado. As empresas grandes geradoras de
resíduos sólidos são obrigadas a contratar não apenas as caçambas para
recolhimento, mas também arcar com as despesas pelo depósito desses resíduos no
aterro.
“Essa história do aterro sanitário é uma novela de quase 20
anos e nunca saiu do papel e fazia parte daquelas famosas obras do PAC. Quer
dizer, não fizeram o que era para ser feito, e agora os empresários é quem vão
ter que meter a mão no bolso para sanar um problema pelo qual não deu causa. É
difícil engolir isso”, comentou.
Vanderlei Oriani participou na semana passada de uma
reunião com a participação de empresários e representantes da Secretaria
Municipal de Meio Ambiente e da Secretaria Municipal de Serviços Básicos e pelo
que viu e ouviu, a situação é crítica e resta poucas alternativas para os
empresários.
“Não somos o cumprimento da legislação ambiental, que impõe
essas obrigações. Somos contra a forma como estamos sendo de certa forma
coagidos a cumprir obrigações que o poder público negligenciou. Já geramos
emprego, renda e impostos para o município, e ainda temos que também pagar a
mais por coleta de lixo?”, finalizou.
Terça-feira, 6 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)
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