Domingo, 20 de dezembro de 2009 - 09h35
A saudade que acalenta é a mesma que inspira. As saudades que me envolvem são as mesmas que invoco para dividir com os poucos leitores as lembranças de um tempo que, eu sei, não volta mais.
Quem, como eu, viveu o fervilhar da estação ali quase às margens do rio Mamoré, reconhece que aquela época, ao recordar dela, dá uma saudade doída no sentir. As pessoas com suas malas, seus baús, suas sacolas, carregando esperanças junto com os gêneros, remédios e roupas. Algumas, desejando não perder tempo, esbarravam-se umas nas outras, proferindo impropérios ou uma saudação verbal calorosa de despedida. CLIQUE E LEIA MAIS NA COLUNA DO ADVOGADO DE OPINIÃO E HOTELEIRO DO PAKAAS PALAFITAS LODGE PAULO CORDEIRO SALDANHA
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Os penduricalhos brilham no país dos privilégios
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