Quarta-feira, 28 de setembro de 2016 - 07h41

247 – Advogado de Guido Mantega e Antonio Palocci, ex-ministros dos governos Lula e Dilma que foram alvos de prisões polêmicas na Lava Jato nos últimos dias, José Roberto Batochio afirma, em crítica à investigação, que "a liberdade está sendo cerceada".
Em entrevista ao programa do Diário do Centro do Mundo na TVT, Batochio afirma: "A liberdade humana virou uma coisa de quinta categoria, prendem assim sem mais nem menos. Há um nicho de pessoas mais inclinadas ao autoritarismo, levando o Brasil a um passo da barbárie. Foi uma detenção abusiva, autoritária e desumana".
As duas prisões foram cercadas de questionamentos. A de Mantega porque o ex-ministro estava no hospital acompanhando a esposa, com câncer, em uma cirurgia. Ele foi solto pelo juiz Sérgio Moro horas depois. E a de Palocci porque na decisão de Moro há uma série de presunções subjetivas para basear a prisão temporária.
"Juiz, para mim, tem que ser impessoal", diz Batochio sobre Moro. "Se não for, o estado tem que tomar providências. Tem que ser equilibrado e manter equidistância. Não posso concordar com essa absoluta inadequação. É direito de todo cidadão ser julgado por um juiz imparcial. A lei assegura isso", completa.
Questionado se haverá um ponto em que a sociedade se dará conta do autoritarismo, ele opina: "Sim, um momento de consciência coletiva se dará contra esse clima de delações, grampos. O público leigo vai entender que não é assim que se faz. Todos nós queremos que não haja mais corrupção, mas o estado não pode violar os direitos e nem praticar crimes".
Segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026 | Porto Velho (RO)
Marcos Rocha: de volta ao jogo político?
Pelo que se tem lido na imprensa, parece que o governador de Rondônia, cel. Marcos Rocha, encontrou um partido para chamar de seu. Trata-se do PSD,

BR-364: pedágio veio para ficar
A cobrança do pedágio na BR-364 não é uma novela mexicana como muitos, de forma confortável, ainda pensam. Muito menos achar que, de uma hora para o

Mesmo com a redução de repasse, Câmara Municipal segue inchando a folha de pagamento com nomeações
A Câmara Municipal de Porto Velho diz que não tem dinheiro para pagar direitos de servidores que se aposentaram há três, quatro anos ou mais, mas, e

É comum, em período eleitoral, políticos e candidatos encontrarem soluções milagrosas para os inúmeros problemas que angustiam a população. Por exem
Segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026 | Porto Velho (RO)