Segunda-feira, 9 de dezembro de 2019 - 18h02

A imprensa alemã e a EU alertam para o caso de laranjas, toranjas e mandarinas contaminados com resíduos de insecticidas.
O uso do insecticida clorpirifos torna-se num perigo para o cérebro e encontram-se resíduos dele nos referidos citrinos e no cérebro de pessoas.
Estudos mostram indicações que já a mínima quantidade de clorpirifos mudam o cérebro; de facto, áreas importantes do córtex cerebral diminuem e os limites fixados pela UE não são suficientes para evitar danos.
Por isso, a partir de hoje, representantes dos Estados-Membros da EU encontram-se em Bruxelas para proibir o uso do insecticida; o problema para tal é que tem de haver unanimidade na decisão e países que exportam citrinos poderão impedir a proibição. O lóbi agrícola está a exercer pressão para que o clorpirifos não seja proibido, informa a HNA de hoje. Também outra fruta se encontra contaminada.
Estudos independentes (não financiados pelas empresas que vendem os citrinos) provaram que mesmo a menor quantidade de clorpirifos pode causar danos cerebrais. A autoridade reguladora da UE (EPSA) apoiou, para já, a proibição do uso do clorpirifos.
Segundo estudos ,uma em três toranjas e uma em quatro toranjas bem como em laranjas estão contaminadas.
Desde 2005 o uso do clorpirifos foi permitido em partes da EU e encontra-se prolongado até 31 de Janeiro de 2020.; na Alemanha é proibido mas mesmo assim citrinos vendidos na Alemanha acusam restos de clorpirifos. Cientístas da USA já descobriram danos no cérebro de crianças no útero.
Por isso muitas pessoas, com posse, já compram “produtos biológicos”. Quanto ao consumo dos produtos é importante verificar-se os países de onde provêm. Na Europa há países que não proibiram o uso do insecticida por razões meramente económicas. Neste caso seria necessário consultar-se, na etiqueta ajunta ao produto, a origem dele e informar-se se nesse país está proibido o uso desse insecticida!
António da Cunha Duarte Justo
In Pegadas do Tempo, https://antonio-justo.eu/?p=5736
JULIAN ASSANGE VÍTIMA DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO?
Julian Assange, fundador e porta-voz do sítio web WikiLeaks encontra-se preso no Reino Unido (Londres). No dizer de dezenas de médicos, está em perigo de vida, devido ao seu estado de saúde gravíssimo.
Mais de 60 médicos acabaram de publicar uma carta endereçada ao ministro do interior britânico solicitando a sua hospitalização: ” Se não se realizarem análises e tratamento urgentes, temos, com base nas provas atualmente disponíveis, a preocupação urgente de que o Sr. Assange possa morrer na prisão”; O “Guardian”refere que a carta foi assinada por médicos da Grã-Bretanha, Austrália, Alemanha e Suécia, entre outros. “Não devemos perder tempo”, dizem eles (1).
Julian tem sido culpado de ter posto a descoberto crimes dos EUA em 2010 na guerra no Iraque e no Afeganistão. Através dele foram transmitidos documentos secretos.
Se Julian Assange for extraditado para os EUA (a solicitação já foi anuída) será sujeito a “17 acusações de espionagem”, pelo que poderia ser condenado a 175 anos de prisão nos EUA.
Não foi Assange que cometeu crimes, mas sim os Estados membros da NATO que estiveram envolvidos nos crimes de guerra.
António da Cunha Duarte Justo
Pegadas do Tempo, https://antonio-justo.eu/?p=5733
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