Porto Velho (RO) terça-feira, 13 de novembro de 2018
×
Gente de Opinião

Opinião

Artigo: O pagode Russo


* Lenilson Guedes 

 Até hoje e vai continuar por muitos séculos, tomam suas dores e ainda pedem para que outros O Sigam. Ele, nada fez. Apenas o bem.

Um  sem números de jornalistas que tomaram  minhas dores e seguiram com suas filosofias na defesa dos mais fracos e oprimidos, contra os nauseabundos vendavais que vivem poluídos pela falta de amor, de uma família de uma crença de um sonho de vida, feito vermes que de tão sujos, vivem a mercê das fezes daqueles que atacam e  vivem, da honra, sensatez, ética, moral e bons costumes.

Faço este preâmbulo para atender aqueles que de sentinela me guardam e têm conhecimento dos meus lugares que não são comuns e do que faço para atender a todos onde presto meus serviços.

Causou-me estranheza a publicação do "direito de resposta" contra minha pessoa a uma matéria em que contradiz aos meus princípios jornalísticos, de família e de conduta. Poderia como disse a uns 100 interlocutores, ficar na minha, "o que vem de baixo não me atinge", mas como o dono do site em que a matéria saiu só a publicou por que o "companheiro goza de conceito nesta redação" e deve prosseguir com este conceito não só lá, mas alhures.

Fica aqui um lembrete a todos. Quando mando matéria têm três linhas no final de cada uma ou mesmo no e-mail em que encaminho, a minha identificação. Mas não é tudo, o adolescente que subia as escadas de um prédio na Avenida 7 de Setembro, para ver seu pai – odontólogo, poeta, escritor, meu amigo - escrevendo juntamente com Montezuma Cruz, Sidney "Globinho", Lenilson Guedes, Ana Aranda, Aragão, Irineu Tamanini, entre outros, e hoje um grande profissional da comunicação, vai tomar mais cuidado quando lhe dirigirem um texto diferente dos que escrevo.

Continuamos como velhos e bons amigos, agradeço o espaço que sempre terei, sei disso. Bom quanto a vocês, obrigado por se preocuparem comigo. De repente vi que muitos não me conhecem apesar dos milhares de cerimoniais, nas matérias enviadas diariamente para 120 e-mails, que são reproduzidas em um infinito número de sites, de jornalismos de TV, Rádio, Jornais, mas também pelas terras. Terras? Se alguém não me conhece, eu me conheço. Mudar, pra que. Rochedos de areia. Dançando pagode russo em Moscou.

De onde partiu a matéria, já foi identificado. Agora, e as retratações, como serão,  eu sei. Será que agora, as pessoas que se "entitulam", vão ter a hombridade de fazê-la?.

* é jornalista

Mais Sobre Opinião

O general da banda chegou 68 anos depois - Por Alex Solnik

O general da banda chegou 68 anos depois - Por Alex Solnik

Quatro anos depois do fim do Estado Novo, a marchinha mais cantada no carnaval de 1950 foi uma composição de apenas duas estrofes assinada por três au

SÉRGIO MORO, O NOVO ALVO, A NOVA ESPERANÇA  - Por  Ana Clara Machado

SÉRGIO MORO, O NOVO ALVO, A NOVA ESPERANÇA - Por Ana Clara Machado

Ana Clara Machado*Até há poucos dias, as pessoas de bem deste país, que querem dias melhores para todos, estavam muito preocupadas com um possível ata

Boff perdoa Ciro e ensina que é possível falar com o coração e não com o fígado

Boff perdoa Ciro e ensina que é possível falar com o coração e não com o fígado

"A diferença entre Boff e Ciro é que o primeiro vive em novembro de 2018, a dois meses do Coiso tomar posse. Ciro vive em 2022", diz o jornalista Rica

O COISA-RUIM - Por Carlos Santiago Dantas

O COISA-RUIM - Por Carlos Santiago Dantas

 O COISA-RUIMCarlos Santiago DantasO velho PT continua o mesmo. Mas coisa ruim é assim mesmo. Mudar para melhor não faz parte do seu DNA. Ao em vez de