Segunda-feira, 19 de março de 2012 - 09h50
O Estado de Alagoas possui uma dívida aproximada de R$ 12 bilhões de reais somente em precatórios de débitos trabalhistas com servidores públicos; esta quantia equivale a quase dois orçamentos anuais do estado.
Para tentar resolver a questão o então Governador do Estado Ronaldo Lessa editou a lei nº 6.410 autorizando que empresas importadoras comprassem os créditos dos servidores e fizessem a compensação para pagamento do ICMS, o que busca, por outro lado evitar a perda da arrecadação de receitas.
O novo decreto baixado pelo atual Governador do estado Teotônio Vilela permite que a empresa pague o imposto com o valor total do crédito, o que não era permitido anteriormente.
Como para os credores destes precatórios esta fila não tem fim, acaba sendo um excelente negócio vender o precatório ainda que com um deságio considerável, e para a empresa pagar tributos com um valor muito inferior ao devido, em alguns casos apenas 30% do imposto devido, tudo amparado por lei.
Para o estado ou município também só vantagens, porque além de se livrar da pendência, ainda arrecada 11% para o seu Fundo Previdenciário e 27,5% de Imposto de Renda que, sendo descontado dos servidores, acaba ficando na própria Secretaria da Fazenda, aquecendo a economia.
Ainda que não seja a melhor solução, acaba sendo a condição de se tentar amenizar um problema que perdura há anos, causando grande constrangimento para todo o estado brasileiro.
Aparecida M. da Silva, Advogada / www.amsaa.adv.br
Sexta-feira, 2 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)
Deus deu ao homem atributos que o colocam em um patamar infinitamente superior aos outros animais. Só o homem supera os limites do instinto e pode m

O ano de 2026 já começou e parece que não vai trazer nenhuma esperança de melhoras para o Brasil, para Rondônia e muito menos para Porto

Trump e a tentação constantiniana
Um artigo recente publicado na plataforma InfoCatólica (1) afirmou que o presidente dos Estados Unidos Donald Trump teria convocado um “Terceiro

Lisboa, dezembro de 2024. No Parque das Nações, onde a Expo outrora prometeu um mundo sem fronteiras, ergue-se agora um cubo de vidro fumado. Dent
Sexta-feira, 2 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)