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Agora que a eleição acabou é hora de mostrar serviço


Agora que a eleição acabou é hora de mostrar serviço - Gente de Opinião

Agora que as urnas tiveram a sua voz silenciada pelo término da contagem dos votos ali recolhidos na consulta popular de novembro – um trabalho, diga-se de passagem, digno de encômios, realizado pela Justiça Eleitoral de Rondônia, sobretudo quanto à lisura e a celeridade -, é tempo de se despertar a atenção dos políticos (experientes e novatos) para a responsabilidade dos compromissos assumidos durante a campanha eleitoral.

E essa chamada não se restringir apenas ao prefeito reeleito de Porto Velho, Hildon Chaves, mas também àqueles a quem os resultados das urnas proporcionaram a posse de mandatos eletivos, outorgando-lhes, assim, a condição de legisladores, com prerrogativas para elaborar e aprovar projetos de lei, que venham ao encontro de soluções para os inúmeros problemas que afligem à coletividade.

A população assistiu, durante os dias que duraram os chamados programas eleitorais, a um desfilar de promessas – algumas sérias; outras, porém, exageradas, que não puderam ser levadas em consideração. Todas, evidentemente, estabelecendo a possibilidade de ações operativas em favor do atendimento e de questões que afetam o dia a dia dos munícipes.

Embora se possa dizer que candidatos, dentre eles até mesmo alguns que os eleitores sagraram com a condição de portadores de mandatos na Câmara Municipal de Porto Velho, ao prometerem, diziam apenas que fariam, sem, contudo, apontar os meios de que se valeriam para a concretização de suas ações.

Ao senhor Hildon Chaves, em particular, foi concedido o benefício de um segundo mandato, na esperança de que ele realmente consiga levar à prática aquilo que garantiu que o faria, como investir em saneamento básico e água tratada, modalidades nas quais Porto Velho aparece no Ranking dos dez piores municípios. A sociedade que foi capaz de reelegê-lo, certamente, será capaz de cobrar-lhe, com veemência, o cumprimento de suas promessas, o mesmo pode se dizer dos que assumirão uma cadeira no Poder Legislativo, a partir de janeiro de 2021.

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