Sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026 - 15h24

ntramos
em ano eleitoral. Daqui a pouco vai começar a enésima reprise da novela a
transposição, interpretada, de um lado, por abnegados servidores do
Ex-território de Rondônia, que, há décadas, vêm lutando para ingressarem nos
quadros da União (muitos, aliás, não estão mais entre nós); de outro lado,
conceituados advogados; e, na outra ponta, políticos mentirosos, especialistas
na arte de embair desavisados.
Em
qualquer dicionário da língua portuguesa, o termo transposição significa ato ou
efeito de transpor, alteração, mudança, inversão, salto. No campo político,
contudo, a palavra virou sinônimo de esperteza, para dizer o mínimo. Não são
poucos os que dizem ter abraçado essa causa, principalmente, em tempos de
eleição, como agora. Tantos são os pais da criança, que chega a ser
praticamente impossível guardar os nomes de todos eles.
É bem
verdade que, no meio desse imbróglio, existem pessoas sérias e
bem-intencionadas, que não podem, por isso mesmo, serem confundidas com aquele
lobo mau da história infantil, que fica só esperando a hora certa para dar o
bote na Chapeuzinho Vermelho. São os arrivistas de plantão, apenas interessados
nas próximas eleições. Há, inclusive, até quem se deixe fotografar ao lado de
autoridades da República para tentar convencer incautos de que realmente está
preocupado com a causa da categoria. No fundo, não passam de enganadores da
consciência social, dispostos a qualquer sacrifício para salvaguardar seus
mesquinhos interesses, ainda que em detrimento do sonho e do sofrimento de
muita gente.
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