Domingo, 27 de julho de 2025 - 09h04

Passados treze dias desde que alguém gravou e jogou na
internet trechos de diálogos entre vereadores e um dos membros da equipe do
prefeito Léo Moraes durante uma reunião privada que aconteceu nas dependências
da Câmara Municipal de Porto Velho para discutir a autorização de um empréstimo
no valor de R$ 180 milhões solicitado pelo chefe do executivo junto a
instituições internacionais sem que, até o momento, a direção da Casa tenha se
manifestado oficialmente sobre o assunto.
Enquanto a população porto-velhense está com os olhos
voltados para a Câmara Municipal a espera de uma resposta, nos bastidores, o
conteúdo das conversas vazadas vem gerando dúvidas e questionamentos sobre a
atuação de membros do poder legislativo. Quais as motivações por trás da
gravação e, consequentemente, do vazamento? Essa é uma pergunta que não quer
calar. Por isso, o assunto precisa ser discutido e resolvido, com a urgência
que o caso requer, mesmo que seja difícil e desconfortável.
Empurrar o problema com a barriga até cair na vala comum do
esquecimento não parece a decisão mais acertada. Pelo contrário, seria péssimo
para a imagem do legislativo municipal e das pessoas que participaram da
reunião. Manda a coerência que a mesa diretora apure o caso e esclareça os
fatos à população. Os diálogos soaram mal aos ouvidos na opinião pública, que
reclama uma resposta imediata por parte da Casa de Leis, até para ratificar o
compromisso daquela instituição com a transparência e a seriedade na condução
dos negócios públicos, evidenciando que não compactua com coisas dessa
natureza.
Segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026 | Porto Velho (RO)
Marcos Rocha: de volta ao jogo político?
Pelo que se tem lido na imprensa, parece que o governador de Rondônia, cel. Marcos Rocha, encontrou um partido para chamar de seu. Trata-se do PSD,

BR-364: pedágio veio para ficar
A cobrança do pedágio na BR-364 não é uma novela mexicana como muitos, de forma confortável, ainda pensam. Muito menos achar que, de uma hora para o

Mesmo com a redução de repasse, Câmara Municipal segue inchando a folha de pagamento com nomeações
A Câmara Municipal de Porto Velho diz que não tem dinheiro para pagar direitos de servidores que se aposentaram há três, quatro anos ou mais, mas, e

É comum, em período eleitoral, políticos e candidatos encontrarem soluções milagrosas para os inúmeros problemas que angustiam a população. Por exem
Segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026 | Porto Velho (RO)