Sexta-feira, 25 de setembro de 2015 - 05h36
Um grupo de trabalho coordenado pela Secretaria Estadual de Agricultura (Seagri) vai apresentar ao Ministério Público Federal (MPF), em 60 dias, o diagnóstico e as ações prioritárias para a industrialização do açaí na região de Guajará-Mirim. O assunto foi discutido no último dia 23, durante reunião no MPF. A Associação dos Açaizeiros e os indígenas buscam condições para nova alternativa de renda por meio da coleta, industrialização e comercialização do açaí.
Além da Seagri, o grupo de trabalho terá a participação da Emater, Funai, Secretaria Municipal de Agricultura, Assembleia Legislativa, Câmara de Vereadores de Guajará-Mirim, Ministério da Agricultura, indígenas e açaizeiros.
O procurador da República Daniel Dalberto disse que “é necessário mudar a visão predatória de desenvolvimento para a visão de sustentabilidade. Os índios precisam de alternativas que garantam a sua subsistência porque hoje eles vivem em áreas delimitadas, com escassez de caça e pesca. A população local precisa de fontes de renda. A vocação natural de Guajará-Mirim precisa ser desenvolvida, entre as potencialidades estão a agroindústria da castanha, do açaí e o turismo ecológico”.
A Funai relatou que há açaí em abundância nas terras indígenas, sendo 2.500 plantas por hectare, com potencial de gerar 15 litros de açaí por planta. A Associação dos Açaizeiros de Guajará-Mirim cobrou a agroindústria do açaí no município. Os representantes dos órgãos afirmaram que podem dar apoio para a implantação da agroindústria.
Também participaram da reunião Ibama, Conselho de Educação do Estado de Rondônia e Coordenação de Segurança Alimentar de Rondônia.
Fonte: MPF/RO (www.prro.mpf.mp.br)
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