Sexta-feira, 26 de julho de 2019 - 12h50

A
prevenção sempre foi o melhor remédio, principalmente em casos de doenças
silenciosas como as hepatites virais que podem causar sérios problemas de saúde
sem a pessoa perceber. Para chamar a atenção da população para esta doença, a
Prefeitura de Ji-Paraná, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa),
realizou atividades de conscientização da população nesta sexta-feira (26).
Foram intensificados os testes rápidos no Serviço de Assistência
Especializada em Infecções Sexualmente Transmissíveis (SAE/IST) e realizado um
pit stop com distribuição de panfletos e preservativos, na Avenida Marechal
Rondon, no bairro Dois de Abril.
A ação faz parte das atividades do Julho Amarelo. O dia 28 deste
mês é lembrado como o dia mundial de luta contra as Hepatites Virais. A cor
amarela é destacada, pois é a mesma que a pessoa fica quando a doença se
manifesta (Icterícia/amarelão).
“Nós convidamos a população para ter o hábito de fazer o teste
rápido que pode identificar infecções sexualmente transmissíveis como as
hepatites, sífilis e HIV. O teste fica pronto em 20 minutos e é gratuito. É
preciso que a pessoa leve um documento com foto e o cartão do SUS”, explicou a
assistente social e diretora do (SAE/IST), Poliana Borchardt.
O SAE fica localizado na Avenida Porto Velho, em frente à Escola
Estadual José Francisco, no bairro Dom Bosco, Primeiro Distrito da cidade. O
serviço funciona das 7 às 13 horas.
Para a diretora do SAE, a intenção destas ações é que a população
seja estimulada a buscar o diagnóstico precoce e tratamento gratuito.
As hepatites mais comuns são A, B e C, cada uma delas é provocada
por um tipo de vírus e tem diferentes formas de prevenção e tratamento. Esses
vírus atacam o fígado, um dos maiores órgãos do corpo humano.
“A hepatite A, por exemplo, é transmitida por meio de água e
alimentos contaminados. Já as hepatites B e C são transmitidas no sexo sem
proteção e no compartilhamento de seringas, agulhas ou qualquer outro objeto
cortante e perfurante, como alicates e cortadores de unha. São doenças graves
que podem provocar danos irreversíveis”, reforçou Poliana.
O tratamento é gratuito. A Prefeitura de Ji-Paraná oferece
acompanhamento médico, equipe multidisciplinar e medicamentos. Em casos graves,
a pessoa precisa ser encaminhada para o Centro de Medicina Tropical em Porto
Velho. Se o tratamento for feito de maneira correta, o paciente continua tendo
o vírus, mas não transmite a doença.

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