Segunda-feira, 27 de junho de 2011 - 15h09
“Os agricultores dizem que o café é uma planta de ano sim, ano não. Agora é a vez do ano não, com o agravante de que, em 2010 houve um prolongamento do período seco, acarretando um déficit hídrico que comprometeu a frutificação dos cafezais”, explica ele.
“Em algumas áreas o abortamento de frutos, devido a falta de chuvas na época certa, pode provocar uma redução de safra de até 50% em relação ao ano passado”, diz Benedito Alves. Essa perda de produtividade, no entanto, pode ser amenizada com a utilização das técnicas recomendadas pelos extensionistas para a colheita e pós-colheita, resultando na melhoria da qualidade do grão e, como conseqüência, melhoria do preço do produto.
Uma prática comum entre os cafeicultores é a colheita de frutos ainda verdes. Essa prática derruba a qualidade e desvaloriza o produto. Mas este ano, segundo observações do técnico Benedito Alves, foi diferente. A maioria dos cafeicultores aguarda até o meio do mês de maio, quando 70% dos frutos de café já haviam alcançado a maturação para iniciar a colheita.
Das 30 amostras analisadas e classificadas em Ouro Preto do Oeste, 20% alcançaram o tipo 7 que, segundo a tabela de classificação, pode ter até 160 defeitos. 30% obtiveram o tipo 7/8, com até 260 defeitos e o restante alcançou o tipo 8 com até 360 defeitos. Os agricultores que forneceram as amostras são referência na cultura do café, a exemplo do agricultor Moisés Delpinheiro, da Linha 20, município de Ouro Preto do Oeste. O café produzido por ele apresentou apenas 130 defeitos, abaixo do limite máximo aceito.
“O café ainda por colher representa menos de 30% da safra, que deve ser totalmente colhida até dia 10 de julho’, diz Benedito. O mercado está “comprador”, como se diz no jargão dos negociantes. Este mês, o técnico extensionista intermediou negócios a valores de R$ 220, a saca de café tipo 7 e a R$ 210 o tipo 7/8, pelo preço FOB (free on board) que significa livre de frete.
Fonte: Decom
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