Segunda-feira, 10 de dezembro de 2007 - 21h02
João Porto - Da Rádio Nacional da Amazônia
Brasília - O presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Márcio Meira, deve ir amanhã (11) de manhã à Terra Indígena de Roosevelt, em Rondônia, para negociar com os índios Cinta-Larga a liberação de cinco pessoas que estão detidas desde sábado (8) na área. Meira reuniu-se hoje (10) à tarde, no Fórum Paetê-Suruí, na cidade de Cacoal (RO), com caciques das etnias Cinta-Larga e Suruí.
Os Cinta-Larga exigem do governo uma ação eficaz de desenvolvimento sustentável e a liberação do garimpo dentro de sua reserva. Isso porque, desde a descoberta de uma jazida de diamante, há sete anos, muitos conflitos ocorreram na região.
Márcio Meira considerou legítimas as reivindicações dos indígenas, mas disse que, no encontro de amanhã, pretende pedir a liberação das pessoas detidas. "Por enquanto, não estamos tratando das reivindicações. Queremos tratar a saída das pessoas que estão retidas na aldeia", informou Meira. Segundo ele, os cinco detidos estão sendo bem tratados na aldeia.
A assessoria de imprensa da Funai informou que Márcio Meira e as cinco pessoas que estão detidas na Terra Indígena Roosevelt deverão dar entrevista coletiva na cidade de Cacoal, no fim da tarde de amanhã. Estão retidos na aldeia um oficial do Alto Comissariado da Organização das Nações Unidas (ONU), David Martins Castro, o procurador da República em Rondônia, Reginaldo Pereira da Trindade, uma senhora (ainda não identificada), um funcionário e um motorista da Funai.
A Reserva Indígena Roosevelt fica no sul de Rondônia e na região oeste de Mato Grosso e é ocupada por índios da etnia Cinta-Larga. A extração de pedras preciosas em terras indígenas é proibida no Brasil . Um projeto de lei (PL 1610/96) em tramitação na Câmara dos Deputados regulamenta a mineração em terras indígenas, mas ainda não há previsão de quando a prática será regulamentada.
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