Domingo, 3 de agosto de 2008 - 09h49
O período de seca na Região Norte é marcado pela drástica descida de diversos rios, fundamentais para a navegação e sobrevivência de comunidades ribeirinhas.
Daniel Panobianco O nível do rio Machado, em Ji-Paraná, atingiu na noite deste sábado (02), o menor nível do ano e já classificado pela ANA (Agência Nacional de Águas), como cota de alerta, quando o nível não sobe mais que 6,36 metros. Desde o término das chuvas, ainda em abril, o rio vem descendo rapidamente a cada dia e já começa a prejudicar o tráfego de voadeiras e pequenos barcos. Algumas dragas que retiram a areia no trecho até as proximidades da Reserva Biológica do Jaru (REBIO), na divisa com Ouro Preto do Oeste e Vale do Paraíso, também já estão com problemas de drenagem e escoamento via fluvial, devido a grande quantidade de pedras que o rio tem.
O rio Machado não transbordou este ano, ao contrário de anos anteriores, como em 2005, quando o nível máximo medido na mesma plataforma de coleta de dados da ANA chegou a 13 metros. Este ano, o nível máximo do rio foi de 10,38 metros no dia 6 de fevereiro. De lá para cá, não houve sequer o chamado repiquete, quando as águas voltam a aumentar no final do inverno amazônico. O déficit de chuva na região central de Rondônia passa de 500 milímetros, segundo dados de consenso do CPTEC/INPE (Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos) do (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) de Cachoeira Paulista-SP.
Se por um lado o nível baixo do Machado prejudica a navegação local e o sustento de milhares de famílias ribeirinhas, por outro ajuda nas obras de alargamento sobre a ponte. Com as construções das pilastras dos dois lados, quanto menor for o nível d' água mais ágil será o trabalho, segundo informações da construtora que realiza as obras.
Dados: ANA
Fonte/foto de Arquivo: De olho no tempo
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