Quinta-feira, 16 de agosto de 2007 - 18h15
Promotora de Justiça ameaça direito dos trabalhadores em educação em São Miguel do Guaporé
Em total desrespeito à Constituição Federal a promotora de justiça Luciana Nicolau de Almeida, respondendo pela Promotoria de São Miguel do Guaporé, tenta cercear o direito de greve dos trabalhadores em educação naquela localidade. A greve tem adesão de 80% em São Miguel.
Em ofício encaminhado à representante do SINTERO em São Miguel, na data de 13 de agosto, a promotora diz ter recebido reclamações de que as aulas não estão ocorrendo por causa da greve, e ameaça responsabilizar civil e criminalmente os trabalhadores em educação que aderiram ao movimento, esquecendo-se que o direito de greve está previsto na Constituição Federal.
A atitude da promotora foi duramente criticada pelos trabalhadores em educação, por pais de alunos e pelas entidades que apóiam o movimento reivindicatório. A categoria luta pela melhoria da qualidade do ensino, pela unificação do plano de carreira e por reposição salarial, entre outros itens constantes da Pauta de Reivindicações.
Líderes de algumas instituições, durante a participação na assembléia dos trabalhadores em educação em Porto Velho, questionaram se em São Miguel não há outros problemas mais sérios, de competência da Promotoria local. "A promotora deveria estar preocupada com a qualidade do ensino que as crianças e os adolescentes estão recebendo. É por isso que estamos lutando", disse a professora Célia Ribeiro, que também participou da assembléia da categoria.
Para a direção do SINTERO a manifestação da promotora foi inoportuna e inadequada, visto que tramita no Judiciário uma ação que julgará a legalidade da greve.

Fonte: Adércio Dias
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