Quinta-feira, 10 de setembro de 2009 - 16h27
O Ministério Público de Rondônia, por meio da Promotoria de Justiça de Guajará-Mirim, firmou Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Município de Guajará e o Hospital Bom Pastor, com a finalidade de regularizar o funcionamento da maternidade do hospital, bem como promover assistência adequada à saúde de seus usuários.
O Termo de Ajustamento de Conduta é resultante de Procedimento de Investigação Preliminar, instaurado pela Promotoria, em que se apurou que o Município não estava fazendo os devidos repasses financeiros ao hospital, descumprindo cláusula de convênio celebrado com a unidade de sáude e, por consequência, inviabilizando o atendimento na maternidade.
Entre os termos acordados, foi estabelecido que o município de Guajará-Mirim quitará, junto ao hospital, o valor em atraso das chamadas produções (julho de 2009) e o do mês em curso até o dia 30 de setembro deste ano, mediante apresentação de comprovação, por parte da unidade. Também fará o pagamento regular do débito mensal, até o dia 10 de cada mês, devendo o hospital apresentar as produções até o dia 25 do mês antecedente. Eventuais atrasos na apresentação das documentações implicarão no atraso do pagamento observando o mesmo lapso temporal.
De acordo com o TAC, proposto pela Promotora de Justiça Luciana Nicolau de Almeida, o Município disponibilizará, a partir do dia 1º de setembro deste ano, uma enfermeira, a qual prestará serviços no hospital por 20 horas semanais, e um auxiliar de serviços gerais, o qual cumprirá o expediente de 40 horas semanais. No prazo de 60 dias, deverá, ainda, disponibilizar um técnico de enfermagem para prestação de serviços por 40 horas semanais. Ainda segundo o Termo, a vacinação dos recém-nascidos será de responsabilidade do município, devendo ser feita dentro do hospital.
A renovação do convênio com a unidade de saúde por mais um ano, ou até que as obras da maternidade municipal sejam concluídas, foi outro item previsto pelo Termo de Ajustamento de Conduta.
O descumprimento das condicionantes exigidas pelo TAC implicará em adoção de medidas judiciais relativas ao ato de improbidade administrativa e pagamento de multa pessoal pelos agentes responsáveis (prefeito municipal e secretária municipal de saúde), no valor de R$ 2 mil, mais multa diária de R$ 200. As multas eventualmente impostas deverão ser depositadas em favor do Hospital Bom Pastor e revertidas para suas atividades filantrópicas, de acordo com o Termo.
Fonte: Ascom MPRO/Juliane Bandeira DRT 808/RO
Sábado, 10 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)
Prefeito de Porto Velho lidera ranking nacional em avaliação inédita de serviços públicos
Porto Velho aparece no centro do debate nacional sobre gestão pública após os resultados preliminares da maior avaliação independente de serviços pú

Ponte de madeira de sete metros será instalada no Skate Parque de Porto Velho
A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra), iniciou a construção de uma ponte de madeira no Skate Parqu

2025: o ano em que Porto Velho voltou a se reconhecer no espelho
Por muito tempo, Porto Velho conviveu com um sentimento silencioso de distanciamento entre a cidade e seus moradores. Em 2025, esse ciclo começou a

Porto Velho começa 2026 com obra de revitalização do Parque Circuito
Símbolo de memória, lazer e pertencimento para a população de Porto Velho, o Parque Circuito é um dos espaços públicos mais tradicionais da capital. L
Sábado, 10 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)