Sexta-feira, 10 de dezembro de 2010 - 16h12
O problema da destinação adequada dos resíduos sólidos domiciliar, ou aterro sanitário, está sendo discutido de forma regionalizada em Rondônia. Nesta quinta (09/12), sete dos 11 prefeitos do Vale do Jamari (Grande Ariquemes) se reuniram com o presidente da Associação Rondoniense de Municípios e prefeito de Alvorada do Oeste, Laerte Gomes em Porto Velho. Eles solicitaram da AROM, apoio na busca pela resolubilidade da questão. Em outras regiões do estado, as discussões sobre o tema também está bem avançado.
O setor vem causando muita preocupação aos gestores municipais porque o prazo para que apresentem uma solução que substitua os conhecidos lixões ao Ministério Público vence no próximo dia 31 de dezembro, conforme estipula a Lei 11.445/2007. Na reunião, que foi motivada pelo prefeito de Monte Negro, Eloisio Antônio, os participantes informaram da expectativa de que o Consorcio Intermunicipal de Saneamento – CISAN, no qual são componentes, poderia atender àqueles municípios. Caso não encontre uma solução para o lixo, os administradores responderão Ação Civil Pública.
Os prefeitos assinaram um ofício que foi encaminhado à superintendência do CISAN e seu presidente, o prefeito de Ariquemes, Marcio Raposo, lhes solicitando posicionamento oficial sobre se o aterro sanitário já existente naquela cidade poderá receber os dejetos dos municípios que são membros do consórcio. De acordo com o prefeito de Alto Paraíso, Romeu Reolon, um ponto final para a discussão deverá ser dado no próximo dia 20 de dezembro, quando os prefeitos estarão reunidos em audiência marcada pelo CISAN em Ariquemes.
Estiveram na reunião os prefeitos de: Rio Crespo, Geraldo Sanvido; Cujubin; Ernam Amorim; Cacaulândia, Edir Alquieri; Buritis, Élson Montes; Alto Paraíso, Romeu Reolon; Monte Negro, Eloisio Antônio e o presidente da AROM, Laerte Gomes.
Fonte: Arom
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