Quarta-feira, 26 de setembro de 2007 - 16h23
Pastores defendem liberdade de culto e criticam
Lei da Mordaça, relatada por Fátima Cleide
Reunidos em audiência pública na Câmara Municipal de Cacoal, pastores evangélicos de várias regiões do Estado ratificaram a posição contrária ao projeto de lei 1226, relatado pela senadora Fátima Cleide, considerada pelo meio evangélico e cristão como a Lei da Mordaça, que restringe o direito de culto e a liberdade de livre manifestação do pensamento e expressão, assegurados na Constituição Federal e que vai impor sérias restrições aos pastores nas suas pregações e cultos.
O evento, promovido pela Associação dos Pastores Evangélicos de Cacoal (APEC), reuniu vários líderes religiosos, na noite desta terça-feira e as conversações avançam para a realização de uma audiência pública na Assembléia Legislativa, para discutir com toda a sociedade o tema. Nesta quarta, pela manhã, mais uma audiência foi realizada em Ji-Paraná para debater o assunto, na Câmara Municipal, que ficou completamente lotada.
Não apenas os evangélicos, mas toda a sociedade será duramente atingida pela lei que passa a estabelecer uma situação de exceção a uma determinada comunidade, em detrimento da liberdade dos demais grupos. Os evangélicos não estão promovendo nenhuma campanha contra os homossexuais, pelo contrário, respeitamos o direito de todos, mas é preciso que a nossa liberdade de culto seja respeitada e que os ensinamentos bíblicos sejam seguidos e difundidos pelo mundo, sem serem caracterizados como crime, afirmam os pastores.
Também conhecida como a lei da Homofobia, o projeto de lei 1226 torna crime a discriminação e o preconceito contra os homossexuais, definindo punições para diversas práticas consideradas discriminatórias. O projeto já foi aprovado na Câmara dos Deputados e recebeu parecer favorável da senadora Fátima Cleide e aguarda votação em plenário, no Senado Federal.
Na justificativa para as audiências, a APEC alega que no projeto em debate no Congresso há inúmeros artigos que ferem a liberdade de expressão e de culto, colocando em risco o funcionamento de igrejas evangélicas e promovendo uma censura contra as pregações e os ensinamentos bíblicos. A Lei em discussão tipifica diversas situações, inclusive no âmbito das igrejas, como crimes de racismo ou de discriminação contra homossexuais e transexuais.
"A intenção é abordar as inúmeras falhas da lei e mostrar o quanto as igrejas e a liberdade de manifestação no país serão prejudicadas caso esse projeto seja aprovado no Senado Federal", diz o documento expedido pela APEC.
Fonte: Iranildo Costa Luna
Domingo, 1 de março de 2026 | Porto Velho (RO)
Acesso alternativo é feito na estrada de Santo Antônio pela Prefeitura de Porto Velho
A forte chuva registrada nesta quinta-feira (26) causou o transbordamento do igarapé Bate-Estaca e abriu uma cratera na Estrada de Santo Antônio, em P

Inscrições abertas para a 12ª Edição da Feira Mulher do Norte em Porto Velho
A Prefeitura informa que estão abertas as inscrições para a 12ª Edição da Feira Mulher do Norte. Promovido pela Coordenadoria Municipal de Políticas P

Instalação de ecobueiros chega a mais bairros e ruas de Porto Velho
As avenidas Carlos Gomes, Sete de Setembro, José Amador dos Reis, Mamoré e Rio de Janeiro estão recebendo obras de instalação de ecobueiros, conhecido

CDL Ji-Paraná celebra 43 anos com noite de palestras e conexão entre associados
A CDL Ji-Paraná celebrou seus 43 anos de história na noite de sábado (21/02), em evento realizado na Prime House, reunindo associados, parceiros, co
Domingo, 1 de março de 2026 | Porto Velho (RO)