Sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026 | Porto Velho (RO)

×
Gente de Opinião

Municípios

Pastores defendem liberdade de culto


Pastores defendem liberdade de culto e criticam
Lei da Mordaça, relatada por Fátima Cleide

Reunidos em audiência pública na Câmara Municipal de Cacoal, pastores evangélicos de várias regiões do Estado ratificaram a posição contrária ao projeto de lei 1226, relatado pela senadora Fátima Cleide, considerada pelo meio evangélico e cristão como ‘a Lei da Mordaça”, que restringe o direito de culto e a liberdade de livre manifestação do pensamento e expressão, assegurados na Constituição Federal e que vai impor sérias restrições aos pastores nas suas pregações e cultos.

O evento, promovido pela Associação dos Pastores Evangélicos de Cacoal (APEC), reuniu vários líderes religiosos, na noite desta terça-feira e as conversações avançam para a realização de uma audiência pública na Assembléia Legislativa, para discutir com toda a sociedade o tema. Nesta quarta, pela manhã, mais uma audiência foi realizada em Ji-Paraná para debater o assunto, na Câmara Municipal, que ficou completamente lotada.

“Não apenas os evangélicos, mas toda a sociedade será duramente atingida pela lei que passa a estabelecer uma situação de exceção a uma determinada comunidade, em detrimento da liberdade dos demais grupos. Os evangélicos não estão promovendo nenhuma campanha contra os homossexuais, pelo contrário, respeitamos o direito de todos, mas é preciso que a nossa liberdade de culto seja respeitada e que os ensinamentos bíblicos sejam seguidos e difundidos pelo mundo, sem serem caracterizados como crime”,  afirmam os pastores.

Também conhecida como a lei da Homofobia, o projeto de lei 1226 torna crime a discriminação e o preconceito contra os homossexuais, definindo punições para diversas práticas consideradas discriminatórias. O projeto já foi aprovado na Câmara dos Deputados e recebeu parecer favorável da senadora Fátima Cleide e aguarda votação em plenário, no Senado Federal.

Na justificativa para as audiências, a APEC alega que no projeto em debate no Congresso há inúmeros artigos que ferem a liberdade de expressão e de culto, colocando em risco o funcionamento de igrejas evangélicas e promovendo uma censura contra as pregações e os ensinamentos bíblicos. A Lei em discussão tipifica diversas situações, inclusive no âmbito das igrejas, como crimes de racismo ou de discriminação contra homossexuais e transexuais.

"A intenção é abordar as inúmeras falhas da lei e mostrar o quanto as igrejas e a liberdade de manifestação no país serão prejudicadas caso esse projeto seja aprovado no Senado Federal", diz o documento expedido pela APEC.

Fonte: Iranildo Costa Luna

Gente de OpiniãoSexta-feira, 13 de fevereiro de 2026 | Porto Velho (RO)

VOCÊ PODE GOSTAR

Dia exclusivo para paredões de som é incluído no Carnaval de PVH

Dia exclusivo para paredões de som é incluído no Carnaval de PVH

A Prefeitura de Porto Velho decidiu criar a primeira edição do “Carnaparedão”, evento que passa a integrar o calendário oficial do carnaval da cidade.

ARDPV abre seleção para economistas em Porto Velho

ARDPV abre seleção para economistas em Porto Velho

Quem depende diariamente dos serviços públicos em Porto Velho será diretamente impactado pelo reforço técnico que a Agência Reguladora dos Serviços Pú

Porto Velho terá estações de recarga rápida para veículos elétricos

Porto Velho terá estações de recarga rápida para veículos elétricos

A Prefeitura de Porto Velho avança na modernização da mobilidade urbana e na política de energia limpa com a preparação do Edital de Chamamento Públ

Rotas do transporte coletivo serão alteradas durante o Carnaval Béra folia

Rotas do transporte coletivo serão alteradas durante o Carnaval Béra folia

O Carnaval 2026 contará com alterações nas linhas de ônibus que circulam pelas ruas de Porto Velho. De acordo com a Secretaria Municipal de Segurança,

Gente de Opinião Sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026 | Porto Velho (RO)