Terça-feira, 13 de abril de 2010 - 13h12
A Associação dos Servidores do Incra (Assincra) promoveu ontem, no auditório do Incra em Porto Velho, um encontro com os parlamentares da bancada federal e servidores da instituição para apresentar o cenário em que se encontram as questões agrárias no estado e a carreira na área.
Participaram o senador Valdir Raupp, os deputados federais Mauro Nazif, Anselmo de Jesus e Ernandes Amorim, o representante da senadora Fátima Cleide, Davi Nogueira, a deputada estadual, Daniela Amorim, o superintendente do Incra/RO, Carlino Lima, o superintendente adjunto, Luiz Duarte Freitas Júnior, o presidente do Sindsef, Herclus Coelho, a diretoria da Assincra e servidores da Capital e interior.
O servidor José Lopes apresentou o histórico e a situação do órgão, que atualmente desenvolve 26 ações no estado, voltadas para a melhoria da qualidade de vida no campo e segurança alimentar, desde o assentamento de famílias, regularização fundiária, a programas de crédito, educação, documentação e assistência técnica, mas que está com seu quadro de pessoal reduzido, situação funcional inferior aos demais órgãos da administração pública, e uma série de outras políticas em andamento que estão enfraquecendo a instituição e desvalorizando a carreira.
“Rondônia é o que é hoje porque o Incra cumpre o seu papel”, afirmou o senador Valdir Raupp, lembrando a colonização do estado e as atuais políticas para o campo. “Todo o conhecimento na área agrária está no Incra, tanto que o Terra Legal levou todos os servidores daqui”, complementou, referindo-se ao Programa Terra Legal, criado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), com toda a estrutura do Incra. Por isso, segundo ele, não se justifica o órgão estar enfraquecido. “Fica aqui o nosso profundo respeito pelos servidores do Incra. Contem com a gente”, afirmou.
O deputado Mauro Nazif analisou que naquela discussão três questões estavam envolvidas: a instituição Incra, os servidores e a população. E questionou: “Quem está satisfeito?”, logo afirmando que nenhuma das partes, o que, segundo ele, comprova o descaso com as questões ligadas à área agrária. Nazif lembrou que a mobilização dos servidores do Incra foi a mais difícil no governo federal, levando 325 dias de negociação, com um acordo firmado em março de 2008, que já teve vários dos termos descumpridos. “O item 3º não foi honrado, a questão salarial não foi honrada, e agora estamos na iminência do não cumprimento integral”, indignou-se.
A partir desse encontro, a diretoria da Assincra está intensificando as ações de mobilização em prol do órgão e da carreira de seus servidores, com um calendário de mobilizações em Rondônia e participação em eventos em nível nacional.
Fonte: Jeanne Machado
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