Quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010 - 12h18
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Daniel Panobianco - A chuva intensa e generalizada prevista pelo CPTEC/INPE (Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos) do (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) voltou a cair no centro-sul de Rondônia nesta quinta-feira complicando a vida de milhares de pessoas que agora convivem com as enchentes em pelo menos 6 municípios. Somente em Ji-Paraná passa de 12 mil o número de pessoas afetadas pelo transbordamento do rio Machado, que atingiu na última terça-feira o nível máximo de 11,46 metros.
Às 10 horas de hoje, a régua da estação telemétrica da ANA (Agência Nacional de Águas) indicou nível de 11,29 metros, ainda muito acima do nível normal que é de 9,09 metros e da cota de alerta para enchente que é de 9,78 metros.
A chuva intensa na madrugada provocou uma drástica subida no nível do rio Barão de Melgaço, onde na hidrelétrica Rondon II o nível saltou de 7,12 metros para 8,65 metros em questão de 5 horas.
A água liberada por Rondon II já provocou um significativo repiquete em Pimenta Bueno, onde outra estação da ANA indicou uma rápida subida de 6,29 metros para 6,85 metros. Os alagamentos ainda persistem na região e podem piorar em Pimenta Bueno, caso o nível do rio de mesmo nome aumente com a água em excesso liberada por outra hidrelétrica, a de Primavera.
Entre Cacoal e o norte do município de Machadinho d'Oeste está tudo alagado. Somente em Ji-Paraná, mais de 10 mil pessoas ficaram desalojadas ou desabrigadas, segundo balanço da COMDEC (Comissão Municipal de Defesa Civil). Nas próximas 24 horas, o nível das águas deve aumentar mais uma vez em Ji-Paraná podendo o nível máximo de 11,46 metros verificado na terça-feira ser superado e a população ser ainda mais castigada pela enchente.
A situação é muito crítica no Distrito de Tabajara, em Machadinho d'Oeste, onde o nível normal do rio Machado é de 8 metros, mas na última medição da ANA, o rio já encobria 11,82 metros da área. Diversas fazendas e comunidades ribeirinhas estão submersas.
Com o excesso de água rio abaixo em Machadinho, não há vazão suficiente em Ji-Paraná para que as águas baixem com rapidez.
Dados: CPTEC/INPE - ANA - ELETROGÓES
(Fotos: Ana Lucia - Fonte: De olho no tempo)
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