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Padre Franco (PT), de Cacoal, está marcado para morrer



Padre Franco (PT), de Cacoal, está marcado para morrer se não renunciar candidatura a prefeito. 

CHICO ARAÚJO
chicoaraujo@agenciaamazonia.com.br

BRASÍLIA — As eleições no interior de Rondônia tomaram um rumo preocupante. Às vésperas das eleições, os candidatos favoritos estão marcados para morrer. É o caso do Padre Franco Vialetto (PT), de Cacoal, que vem recebendo ameaças de morte caso não desista de sua candidatura a prefeito até o dia 3 de outubro.

A ameaça veio por meio de uma carta deixada no comitê de campanha de Franco. Padre Franco vive em Cacoal desde 1973. Devido ao seu trabalho incansável em defesa dos pobres e marginalizados, o padre se tornou forte liderança política. Nas eleições deste ano decidiu disputar a prefeitura da cidade.

Candidatos também são alvos de ameaças em Teixeiropolis, Buritis, Cujubim e Vale do Anari. Em Teixeirópolis três militares petistas, entre os quais um vereador, foram assassinados e as ameaças ao atual prefeito Toninho Zotesso (PT) continuam intensas. No distrito de Rondon Minas, em Ouro Preto D’Oeste,  dez veículos de uma caravana da senadora Fátima Cleide (PT-RO) e do deputado Eduardo Valverde (PT-RO) tiveram os pneus furados.

Em Buritis carros foram queimados e houve tentativa de invasão da residência do candidato Professor Léo.

O clima tenso levou o presidente do PT em Rondônia, Tácito Pereira, pedir ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) medidas no sentido de garantir a integridade  física dos candidatos do partido. Ontem, Pereira visitou o presidente do TRE, desembargador Cássio Rodolfo Sbarzi, e o delegado Gustavo Gatto, responsável pela segurança das eleições.  

Cópia da carta com ameaças ao Padre Franco, de Cacoal, e indícios de compra de votos em outras cidades, foram entregues ao desembargador. Pereira pediu a Sbarzi a entrada da Polícia Federal nas investigações das ameaças. 

A direção do PT de Rondônia também está preocupada com a compra de votos em diversas cidades do Estado. De acordo com Pereira, a compra se dá através do fornecimento de combustível, remédios, consultas médicas, cestas básicas e até mesmo dinheiro em espécie.

Fátima Cleide anunciou que pedirá à direção da PF o envio de mais agentes para Rondônia.  A senadora admite que, se necessário, recorrerá ao ministro da Justiça, Tarso Genro, para pedir o envio da Força Nacional de Segurança a seu Estado. Para ela, o reforço policial em Rondônia é de fundamental importância para combater a corrupção eleitoral.

Fonte: Agênciaamazônia é parceira do Gentedeopinião

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