Sábado, 22 de dezembro de 2007 - 10h21
Daniel Panobianco - O nível do rio Machado, em Ji-Paraná está dentro dos padrões de segurança, segundo dados da estação telemétrica da ANA (Agência Nacional de Águas). Neste sábado, a leitura da régua indicou nível de 7,81 metros. No mesmo período em 2006, o nível estava em 7,98 metros. O nível aceitável da cota de normalidade é de até 9,78 metros. A partir deste valor, a cota de alerta de cheia é acionada.
Como em Ji-Paraná não existe Defesa Civil estruturada e regulamentada, a parte de monitoramento e possível retirada de famílias que vivem em áreas de risco fica por conta do Corpo de Bombeiros local e de uma comissão criada para resguardar os acontecimentos e eventos extremos que possam atingir a cidade. É a chamada COMDEC (Comissão Municipal de Defesa Civil), composta por pessoas da sociedade organizada e alguns membros do governo municipal.
Em Ji-Paraná, mais de 350 famílias são cadastradas por residirem em pontos estratégicos que alagam quando o Machado passa de 9,78 metros. Os bairros mais afetados são Urupá e Duque de Caxias.
A chuva registrada nesses 21 dias de dezembro pende para o lado preocupante, não de cheia, mas sim de forte indicio de estiagem em pleno inverno amazônico. A média é de 300 milímetros de precipitação, mas até o momento só choveu 10,5 mm.
Em 2007, a estiagem no Estado de Rondônia em geral deixou marcas assustadoras em várias cidades, com rios quase secos e muitas pessoas sem água potável. Ribeirinhos ficaram sem o alimento principal - o peixe - e outros tantos, que residem em comunidades longínquas ficaram à mercê esperando a ajuda do governo que não veio. Isso porque a chuva ainda teve proporções aceitáveis em dezembro de 2005 e nos meses de janeiro, fevereiro e março de 2006.
Se o volume de chuva continuar assim nos próximos 3 meses, com precipitações muito escassas e mal distribuídas, certamente e sem razão de desconfiança, o período de estiagem em 2008 será catastrófico.
Como nunca vemos alertas dos centros de pesquisas locais, que só aparecem na mídia para ditar as causas depois que o evento já ocorreu e não há mais interesse em monitoramento, a população de Rondônia pode estar diante de um verdadeiro caos com relação ao período de seca e queimadas no próximo ano, uma vez que as previsões dos centros de pesquisa de âmbito nacional, como CPTEC/INPE e INMET, não otimizam para chuvas dentro da média em Rondônia. Dados: ANA - CPTEC/INPE - INMET
Fonte: De olho no tempo
Quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026 | Porto Velho (RO)
Prefeitura de Ji-Paraná define logística para primeiro mutirão de combate à dengue no dia 21
A Prefeitura de Ji-Paraná, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), realizou reunião de alinhamento com as secretarias envolvidas para or

Nota de Esclarecimento sobre o falecimento de um adolescente
A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias), informa o falecimento de uma adolescente ocor

Prefeito Léo Moraes marca presença e 1º Carnaparedão reúne 5 mil pessoas com segurança e organização
Com planejamento e responsabilidade, o prefeito Léo Moraes realizou o Carnaparedão na avenida Lauro Sodré, em frente ao Parque Circuito. O evento re

Vandalismo compromete rede elétrica na BR 364
Na noite da última quinta-feira (12), a rede elétrica da BR-364, no trecho sentido Unir, foi alvo de criminosos. O furto de um transformador, de onde
Quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026 | Porto Velho (RO)