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Hemocentro de Vilhena engajado no projeto Uma Árvore de Vida


Hemocentro de Vilhena engajado no projeto Uma Árvore de Vida - Gente de Opinião

Mais de 60 atendimentos, 36 bolsas de sangue coletadas e 25 cadastros de doadores de medula óssea foram contabilizados no último sábado, dia 23, durante a realização do projeto “Uma Árvore de Vida” idealizado pelo Colégio Santa Lúcia Filippini, de Vilhena, com a parceria do Hemocentro da cidade. O objetivo é conscientizar a comunidade escolar sobre a importância da doação de sangue, bem como organizar momentos de coleta de forma a beneficiar a população de Vilhena e de municípios vizinhos.

As atividades aconteceram no próprio estabelecimento de ensino e o projeto é mais uma ação abraçada pelo Hemocentro para atrair doadores. Segundo explicou a professora de Biologia, Simone Mucke, a execução do projeto potencializa a conscientização dos alunos e pais, e, consequentemente de pessoas ligadas a eles como vizinhos e amigos para a ação que busca salvar vidas.

A educadora ressaltou que, além da campanha de coleta de sangue, a comunidade participou de outras atividades durante todo sábado, tais como: palestras, teatro e outras ações pertinentes ao tema.

Através do projeto “Uma Árvore de Vida”, o Colégio Santa Lúcia Filippini, foi inscrito para tornar-se membro das Escolas Associadas da Unesco por entender que a escola pode contribuir através de busca de soluções para os problemas que desafiam as sociedades. Um dos requisitos para tornar-se associada é a elaboração de um Projeto Social que atenda e solucione ao menos uma das necessidades da população local. Sendo assim, a diretoria do colégio, professores e alunos se uniram para analisar qual necessidade poderia ser trabalhada no decorrer do ano de 2018. Das várias necessidades analisadas a mais urgente foi à ampliação do quadro de Doadores de Sangue do Hemocentro Municipal.

A assistente social do Hemocentro, Michely Toledo, destaca o valor da campanha realizada, bem como as demais que o Hemocentro desenvolve anualmente. “Não há um substituto para o sangue humano. Desse modo quando uma pessoa precisa de uma transfusão sanguínea, ela só pode contar com a solidariedade de outras pessoas. O projeto do colégio Santa Lúcia Filippini vem ao encontro de todo o trabalho que o Hemocentro tem feito e prontamente abraçamos essa causa e, ao mesmo tempo, estamos otimistas para que a escola possa receber a certificação da Unesco, feito que será inédito para uma escola da região Norte”, afirma.

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