Sexta-feira, 19 de junho de 2015 - 09h01
De acordo com dados do setor de estatísticas da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), Candeias do Jamari é o único município do Estado classificado de alto risco, com a incidência parasitária anual de 64 casos para cada mil habitantes, e está em segundo lugar no ranking nacional com o maior número de casos.
De acordo com Agevisa, aproximadamente 60% dos casos da doença são registrados na zona urbana, sendo que o bairro Satélite contribui com o maior número de casos (90), aproximadamente 30%. Apesar de avanços na luta contra o agravo no município, os dados ainda são preocupantes.
Segundo o secretário estadual de Saúde, Williames Pimentel, é importante reforçar a meta proposta pelo Ministério da Saúde (MS), através de indicadores de gestão pactuados (PQAVS) de redução de ao menos 30% ao final de 2015.
Ele adiantou ainda que na parceria do Estado com a prefeitura de Candeias do Jamari, as condições de trabalho da equipe devem ser priorizadas, como forma de assegurar os resultados positivos definidos pelo grupo formado por técnicos da Agevisa e Sesau.
Dentre vários aspectos relacionados à incidência de malária em Candeias do Jamari foram discutidos os principais problemas encontrados nos últimos meses para execução das atividades normatizadas pelo Ministério da Saúde.
Atualmente, segundo estudo realizado pela Agevisa em parceria com a prefeitura, o ponto crítico do Programa de Controle de Malária é a quantidade insuficiente de recursos humanos para realizar as atividades de vigilância e controle da doença, principalmente para as ações de controle vetorial (BRI e FOG). Neste quesito, o Estado deve disponibilizar técnicos e pessoal de apoio para atender à demanda.
Segundo Heráclio Duran, secretário municipal de Saúde, a contratação de sete profissionais do concurso de 2013, assumido perante a Secretaria Estadual de Saúde e Agevisa, em fevereiro deste ano, como condição para ter o apoio da força-tarefa, não efetivado. Ele explica que o problema foi solucionado com remanejamento de servidores para atender o grupo de trabalho.
A força-tarefa é composta de cinco técnicos e deve durar trinta dias (provavelmente no mês de julho) para borrifar 500 imóveis, localizados no bairro Satélite. Está prevista, também, a realização do segundo mutirão de busca ativa direcionada para os bairros prioritários envolvendo agentes de endemias, agentes comunitários de saúde, agentes do Programa de Controle da Dengue, informa Heráclio Duran.
Williames Pimentel solicitou o apoio do gestores do município prefeito, secretário municipal de Saúde e a equipe técnica, para dar agilidade nos processos estruturantes do Programa de Controle da Malária, com a aplicação adequada dos recursos financeiros repassados pela União para execução das ações .
Fonte: Zacarias Pena Verde
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