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Familiares de PMs fecham portões da PM em Ji-Paraná


Um grupo de familiares dos Policiais Militares de Ji-Paraná fecharam no início desta manhã de terça-feira 06, os portões de acesso da 1° Companhia de Policiamento Ostensivo. O movimento de paralisação é a resposta pelo descumprimento da negociação acertada no inicio de 2011, no qual o governador Confúcio Moura prometeu o realinhamento acordado em 24% dos 44% reivindicados.

Segundo integrantes do grupo de Familiares, a promessa foi de ter aumentos graduais neste ano e em 2012. Mas o Governo apresentou uma contraproposta para 12,6 % em três vezes de 4,2% em janeiro e outubro de 2012, e abril de 2013. Muitos familiares estão indignados com a proposta, pois o governador fez um acordo e logo em seguida descumpriu apresentando o orçamento limitado. “É engraçado, ele promete e garante o reajuste de 24%, e depois vem com dados que o Estado não tem suporte para atender o realinhamento salarial. Será que realmente ele sabe o que se passa em seu governo?”, pergunta uma das esposas de um policial militar.

Após três dias de greve na Capital rondoniense, o governador está solicitando apoio do Exercito e da Força Nacional, e deslocando o policiamento do interior dos municípios para complementar a vigilância em Porto Velho. Além de retirar o efetivo dos municípios, o Governador está comentando que toda a paralisação terá represálias tanto para os familiares como para o PMs.

Para o grupo de familiares, o governador quer jogar a população contra a polícia militar pela paralisação, mas ele mesmo não procura resolver o impasse sentando com os representantes e oferecendo uma proposta coerente e que seja realmente determinada no Diário Oficial. “O governador está procurando ganhar tempo e fazendo pouco caso de nossas reivindicações. Por isso pedimos que a população apoie nosso movimento para garantir melhores condições para os profissionais de segurança que expõe suas vidas a todo o momento. Estamos buscando o direito de nossos filhos, esposos e irmãos que enfrentam situações de alto risco. E que acima de tudo protegem a todos nós na sociedade”, declara a mãe de um policial.

Fonte: Gabriela Suematsu
 

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