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Espigão: Defensoria tem demanda expressiva na área cível



Com demanda expressiva nas áreas cível, com maior foco nas ações alimentícias, execução de alimentos, investigação de paternidade e divórcio, o Núcleo da Defensoria Pública (DPE) de Espigão do Oeste, com população estimada em 36 mil habitantes, atende cerca de quatro mil pessoas ao mês.

O número elevado de ações nessas áreas específicas é resultado da falta de conhecimento por parte da população acerca das obrigações inerentes à paternidade e ao casamento, explicou o defensor

Eduardo Weymar, que até recentemente coordenava o Núcleo da DPE em Espigão do Oeste. Agora, esse posto está sob a coordenação do defensor Adelino Cataneo. Eduardo Weymar atualmente coordena o Núcleo de Cacoal, com apoio dos defensores Adelino Cataneo e Anelise Justino.

A maioria dos assistidos pela Defensoria são moradores da zona rural que trabalham na agricultura ou na pecuária. São atendidos também autônomos, como ajudantes de pedreiro, auxiliares de serviços gerais, entre outros. Para ele, a Defensoria Pública é a última alternativa para o cidadão que está quase a perder as esperanças em obter seus direitos.

Weymar credita o resultado positivo das ações desenvolvidas pelo Núcleo, ao investimento que a Defensoria vem realizando em recursos humanos e na aquisição de equipamentos, resultando, assim, em uma crescente qualidade técnica, beneficiando diretamente a população carente.

Ele afirma que uma das maiores recompensas do seu trabalho como defensor público é ver o olhar agradecido do cidadão assistido, que necessita de fato, de apoio jurídico gratuito. Ele cita o caso de uma senhora de idade que há anos vinha sendo agredida física e emocionalmente pelo marido e, sem alternativa, decidiu recorrer à Defensoria.

“Ingressei em juízo com pedido de medidas protetivas contra o marido, com fulcro na Lei Maria da Penha, em favor daquela senhora. O pedido foi deferido, colocando ponto final na violência que lhe atormentava”.

Fonte: Emília Araújo

 

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