Sexta-feira, 21 de março de 2008 - 13h41
O nível do rio está acima da média em uma parte do município de Candeias do Jamarí. Várias casas estão submersas.
Daniel Panobianco – Mais um rio rondoniense entra na lista dos que estão provocando alagamentos. Os rios de Rondônia não estão subindo todos ao mesmo tempo, aliás, todo o ano acontece isso. Em alguns, eles sobem além do esperado e causam maiores transtornos, em outros apenas atingem a marca máxima. O que acontece de tanta informação veiculada na imprensa ultimamente sobre a situação dos rios e das chuvas é que há dados suficientes apontando tal gravidade. Nos últimos anos, não havia matérias quase que diariamente sendo postadas, pois as informações eram escassas e poucos veículos de comunicação reportavam os acontecimentos climáticos do Estado. Se fossemos depender dos centros de pesquisa de Rondônia, nenhuma informação a mais chegaria à população porque eles não se interessam em divulgar, monitorar e acompanhar o sofrimento das pessoas que são atingidas com os alagamentos. Os dados só são divulgados quando alguém da imprensa rondoniense os procura para questionar a situação do momento.
A informação divulgada em um telejornal local do Estado de que o nível do rio Jamarí está até 10 metros acima do normal é inverídica. Segundo a reportagem apurou, não há régua de medidas na área, mas o SIPAM acredita que esse seja o nível atual, mediante as imagens mostradas na televisão.
A verdade e que a reportagem deixou de enfocar é que o ponto de alagamento no município de Candeias do Jamarí está em uma área de declive e não porque o rio está 10 metros acima do normal engolindo tudo o que encontra pela frente. Muito pelo contrário, pelo próprio relevo natural de Rondônia, apenas rios grandes como Machado e Madeira atingem marcas superiores a 10 metros. Isso porque a Bacia Amazônica não permite que rios mais profundos existam em áreas onde o nível médio em atitude, com relação ao nível do mar é menor que 100 metros, assim como na região de Candeias.
A enchente em um ponto localizado de Candeias existe, famílias estão com suas casas tomadas pela água, mas isso ocorre apenas em uma parte de declive acentuado onde as casas estão construídas. Não existe nenhum dado justificável que reporte nível acima de 10 metros no rio como relatado pelo SIPAM.
A média do rio Candeias, da nascente próximo ao povoado de São Sebastião, na divisa com o município de Porto Velho e o igarapé Ambição até o encontro com o rio Madeira é de 3 metros e grande parte deste trajeto está normal até então. O único ponto acima da média fica na área de baixada onde dentro dessa área mais baixa estão as casas.
Dados: ANA
Fonte: AMAZONIAOVIVO.COM
Quinta-feira, 22 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)
Nova ponte garante mais segurança para quem frequenta o Skate Parque
Os frequentadores do Parque Jardim das Mangueiras, mais conhecido como Skate Parque, localizado na avenida Guaporé com José Vieira Caúla, zona Leste d

Contrata Jipa ultrapassa R$ 1,3 milhão em menos de um ano
Lançado em março de 2025 pelo prefeito de Ji-Paraná, Affonso Cândido (PL), o Contrata Jipa, programa municipal para facilitar a contratação de Micr

Auditoria da prefeitura de Porto Velho deu início à investigação policial no Ipam
Iniciada nos primeiros meses de 2025, uma auditoria interna promovida pela Prefeitura de Porto Velho culminou na deflagração da operação denominada “S

Ipam identifica irregularidades e aciona a Polícia Civil, que dá origem à Operação Sutura
O Instituto de Previdência e Assistência Médica dos Servidores do Município de Porto Velho (Ipam) informa que a Operação Sutura, deflagrada pela Políc
Quinta-feira, 22 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)