Quinta-feira, 2 de abril de 2026 | Porto Velho (RO)

×
Gente de Opinião

Municípios

Empresa cancela construção de Shopping em Ji-Paraná



A construção de um shopping em Ji-paraná, de autoria da Amazonmega Empreendimentos e Investimentos, localizada na cidade de Porto Velho, foi cancelada pela empresa. O projeto, que havia sido apresentado publicamente em julho deste ano, seria consolidado a partir da venda de cotas oferecidas por seus idealizadores.

O diretor de marketing da Amazonmega, Alcirlei Costa, argumentou a falta de apoio das entidades empresariais. “Fomos convidados para uma reunião com a ACIJIP e CDL e eles acharam que o projeto não era viável para o município. Entendemos que não dependemos de qualquer entidade para construir esse shopping, mas tínhamos investidores em vários Estados do Brasil e precisávamos da colaboração de todos”, destacou.

Cientes do cancelamento da obra no município e dos motivos alegados pela empresa, os presidentes da ACIJIP e CDL convocaram a imprensa na manhã desta quinta-feira (15) para se posicionarem sobre o caso. “Em momento algum fomos procurados para apoiar este projeto, pelo contrário, começamos a receber ligações pedindo referência sobre o mesmo logo depois que as cotas começaram a ser vendidas. Foi então que tomamos a iniciativa de convidar a empresa para uma reunião para conhecer os planos e verificar a viabilidade do investimento”, explico o presidente da ACIJIP, Marcito Pinto.

Após as duas reuniões realizadas com os donos do empreendimento, Leonardo Severo e Alcirlei Costa, a diretoria das entidades amparada pelo departamento jurídico veio acompanhando o desenvolvimento do projeto sem se manifestar. “Pedimos a eles subsídios para constatar a viabilidade econômica deste shopping na cidade. Mas com os argumentos apresentados comprovamos a não consistência para o mesmo ser concluído, já que o capital inicial da empresa era de R$ 100 mil e a construção toda avaliada em R$ 50 milhões”, afirmou o presidente da CDL, Osmar Farinácio.

Segundo o advogado Otelo Castellani Neto, a forma de administração utilizada pela empresa para o empreendimento não condiz com os modelos de investimentos imobiliários feitos em todo o País. “Era preciso um fundo específico para dar consistência a esse projeto. E isso não havia, negando qualquer garantia que o cotista pudesse ter como dono do empreendimento”, enfatizou.

Fonte: Ascom

Gente de OpiniãoQuinta-feira, 2 de abril de 2026 | Porto Velho (RO)

VOCÊ PODE GOSTAR

Sorrisos marcam experiência na Fábrica de Chocolate em Porto Velho

Sorrisos marcam experiência na Fábrica de Chocolate em Porto Velho

As irmãs Emanuela Lima, de 14 anos, e Kethellen Mayara, de 13, chegaram acompanhadas da mãe, a dona de casa Jéssica Nascimento, cheias de expectat

Documentário resgata história da Locomotiva 18 da EFMM

Documentário resgata história da Locomotiva 18 da EFMM

A memória ferroviária de Porto Velho volta a ganhar vida com o lançamento do documentário “Locomotiva 18: a condutora de sonhos”, que será exibido

Documentário da Locomotiva 18 emociona portovelhense na estreia

Documentário da Locomotiva 18 emociona portovelhense na estreia

O apito de um trem que silenciou por décadas voltou a ecoar na tarde da última quarta-feira (01), no Teatro Municipal Banzeiros. O passado e o pre

Enchente do Rio Machado coloca Ji-Paraná em alerta vermelho e mobiliza força-tarefa para atender famílias atingidas

Enchente do Rio Machado coloca Ji-Paraná em alerta vermelho e mobiliza força-tarefa para atender famílias atingidas

A Prefeitura de Ji-Paraná, por meio da Defesa Civil Municipal, segue monitorando de forma permanente a enchente do Rio Machado, que nesta quarta-fei

Gente de Opinião Quinta-feira, 2 de abril de 2026 | Porto Velho (RO)