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Comunidades Quilombolas aprovam Projeto Raízes



O secretário adjunto da Educação, Pascoal de Aguiar, recebeu nesta terça-feira (27), na sede da Seduc em Porto Velho, uma comitiva da Representação de Ensino (REN) de São Francisco do Guaporé. O grupo, formado por Jairo Cardoso de Lima, representante de ensino; Roseli Poiane, gerente administrativa; João Carlos Teodoro, Setor de prestação de contas; e Maria Aristida de Paiva, diretora do Centro Estadual de Educação de Jovens e adultos (CEEJA), veio relatar o sucesso alcançado pelo Projeto Raízes, que tem por objetivo aperfeiçoar a qualidade de ensino e promover uma educação diferenciada para os quilombolas.

A parceria do Estado, por meio da Seduc, segundo Pascoal de Aguiar, com a prefeitura de São Francisco do Guaporé, para o ensino das Comunidades Quilombolas Santo Antônio e Pedras Negras já está produzindo ótimos resultados. O Estado participa com o corpo docente, enquanto a prefeitura fica responsável pelo transporte. Uma vez por mês a Seduc disponibiliza uma professora para ir até as comunidades, permanecendo lá até 10 ou 12 dias, caso seja necessário. Durante a estada na comunidade, o professor usa o tempo para aplicar as provas e sanar todas as dúvidas. 

O longo roteiro começa com viagem de carro (110 km) de São Francisco até Costa Marques. A partir desta cidade o transporte passa a ser de barco. O embarque é às 17h30, chegando a Santo Antônio por volta das 8h do dia seguinte. Após a aplicação das provas durante todo o dia, o professor enfrenta mais uma noite de viagem para chegar a Pedras Negras, quando todo o trabalho do dia anterior é reiniciado.

O curso é modular, na modalidade à distância. Há disciplinas que são compostas por 10 ou 12 módulos, outras por cinco. Português e matemática são as disciplinas que contem mais módulos. Para concluir o curso da 5ª a 8ª série, o aluno precisa prestar 168 provas. Nos períodos em que as comunidades ficam sem professor, os alunos estudam utilizando apostilas, em preparação para as avaliações. “O projeto atende 27 estudantes – cinco de Santo Antônio e 22 da Comunidade Pedras Negras. Um dos alunos é do ensino médio”, finaliza a diretora do CEEJA.

Fonte: Decom

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