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CDL debate lei de funcionamento do comércio em Cacoal


A adequação das empresas a nova lei de funcionamento do comércio, a 3.171/2013, ainda é debatida em Cacoal. Após mais de trinta dias de sua aprovação e promulgação através da Câmara de vereadores, os resultados são colhidos, seja dos benefícios ou das dificuldades encontradas.

“Muitas dúvidas surgiram no emprego desta lei. O importante para nós da CDL – Câmara dos Dirigentes Lojistas de Cacoal – é tentar analisar estes dados que estão sendo colhidos por nossa equipe e intermediar junto aos órgãos competentes a fim de levar a melhor forma de adequação das empresas a esta realidade”, disse Nedeson Tacconi, presidente da CDL de Cacoal.

Na ultima quinta, 01, foi realizada na sede da CDL uma reunião para expor estas dificuldades. Estavam presentes o Vice e o Presidente da Câmara de vereadores, Jabá Moreira e Pedro Ferrazin, respectivamente, o secretário de Indústria e Comércio, João Henrique, o Chefe de Fiscalização de Obras da Secretaria Municipal de Planejamento, Itamar Neres da Silva, presidente da ACIC, César Mazzutti e o presidente  da CDL, Nedeson Tacconi.

Na ocasião foram debatidos os apontamentos realizados pelos empresários de diversos seguimentos do comércio assim como os questionamentos dos comerciários. “Através destas reuniões iremos auxiliar o comerciante tirando suas dúvidas sobre a adequação a nova lei. Todos os presentes trouxeram dados e fatos que nos auxiliaram muito nas análises da realidade do município. Caso a caso esta sendo apurado e vendo a melhor forma de que todos possam seguir a lei e quais casos possam estar com problemas em se encaixar na lei. Recebemos inúmeros telefonemas diariamente de empresários com duvidas sobre a lei. Acreditamos que este diálogo com os poderes constituidos em nosso município nos permitirá encontrar as melhores formas desta adequação diante da lei”, afirmou Thiago Silva, gerente da CDL.

De acordo com a CDL, o próximo passo será estreitar ainda mais o diálogo com os associados e com o poder responsável pela fiscalização. Uma pesquisa está sendo elaborada para apurar os problemas e as soluções para cada caso. Existem empresas, por exemplo, que possuem mais de um ramo de atividade aos quais, perante a lei, cada um fecharia em horários diferentes. “São estas situações que estamos analisando perante a luz desta lei. Ainda existem dúvidas e vamos trabalhar para saná-las a fim de que ninguém fique prejudicado”, disse Tacconi.

Fonte: Ascom
 

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