Quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010 - 13h15
Foram 25 anos de espera para conseguirmos uma delegacia e um veículo, afirmou Josias Nunes, corretor mais antigo de Cacoal, nesta quinta-feira (11), durante solenidade de entrega de um veículo Gol pela direção do Conselho Regional de Corretores de Imóveis(Creci) à Delegacia de Cacoal. Na oportunidade, o presidente do Conselho, Flaézio Lima, deu posse ao delegado Carlos Sefrin, empresário do setor imobiliário, que responderá pelo Creci em Cacoal e nas cidades próximas ao município.
A solenidade foi realizada no auditório do Credicacoal, com a presença da vice-prefeita, Raquel Carvalho, do secretário da Indústria e Comércio, Adeovaldo Gomes, do presidente da Associação Comercial, Carlos Carrasco e do vice-presidente da OAB, Fernando Azevedo.
Participaram ainda da solenidade, o vice-presidente do Creci, Cesar Zoghbi; os conselheiros federais, Sandra Bresolin e Fernando Augusto, o diretor Financeiro, Marcelo Oliveira, além dos delegados de Ariquemes, Vagner Lopes, e de Vilhena, Ednei Colatto.
Flaézio lembrou que a delegacia de Cacoal veio para corrigir uma falha do Conselho, que deixou o interior abandonado durante anos nas administrações anteriores. “ Queremos e vamos mudar essa realidade”, ressaltou o presidente, acrescentando que o mercado imobiliário vem crescendo de forma considerável, com isso, vem crescendo também o
número de contraventores. “ Temos que coibir essa prática”, observou.
Flaézio enfatizou que o trabalho que a equipe do Creci está desenvolvendo no interior tem esse objetivo, ou seja, retirar os contraventores do mercado.
Ele citou a criação da Coordenadoria das Sub-Regiões, que tem à frente Cesar Zoghbi e os delegados Ednei Colatto e Vager Lopes. A Coordenadoria, segundo o presidente do Creci, intensificará as ações no interior, focando o trabalho na fiscalização, na integração da categoria e na capacitação profissional.As viagens dos membros da Comissão ao interior, de acordo com Fláezio, já integra a pauta do Conselho para que estes possam ouvir as reivindicações da categoria e, assim, buscar melhorias. “ É fundamental falarmos a mesma língua”,disse. O presidente enfatizou que o corretor trabalha realizando e concretizando os sonhos das pessoas, que durante anos economizam para
comprar um imóvel. “ Por isso, é fundamental que o negócio seja fechado com um corretor legalizado junto ao Creci, pois caso ocorra algum problema, o cliente tem a quem recorrer para que sejam adotadas as medidas cabíveis. Isto já não acontecerá se a transação for feita por um contraventor”. Ele pediu o apoio da população para denunciar os falsos profissionais que atuam no mercado.
Carlos Sefrin destacou a importância dos corretores no crescimento de Cacoal. Ele citou que o mercado imobiliário do Município é diferenciado. “ Aqui é mais pujante que outras localidades”, disse, pedindo aos presentes que valorizem o profissional, e que o setor público atenda o corretor de forma diferenciada. Ao receber o veículo, ele agradeceu, dizendo que a delegacia e o carro são resultados da união da categoria e da luta de muitos anos.O veículo será usado na fiscalização, que será intensificada no interior. Para tanto, estão sendo empossados os delegados de Ariquemes, Cacoal e Vilhena. Foi contratado também, desde o ano passado, um fiscal para atuar na delegacia Até o final deste mês, será nomeado o delegado de Ji-Paraná.
A fiscalização e integração da categoria se tornará mais intenso,de acordo com Flaézio Lima, a partir do momento em que a direção do Creci instalar as delegacias em Vilhena, Ji-Paraná e Ariquemes- medidas que já fazem parte dos projetos da direção da entidade, que ficará a frente do Conselho até dezembro de 2012. “ É necessário formar uma rede para que o trabalho seja realizado em parceria com todos os corretores e, dessa forma, surta o efeito desejado” salientou Zoghbi. Demanda Rondônia possui uma média de mil corretores- número ainda insuficiente para atender a demanda, em decorrência do crescimento do mercado da construção civil. O vice-presidente, Cesar Zoghbi afirmou que apenas 40% dos negócios são fechados por corretores. Os 60% restante são resultados de negociações entre as partes (dono do imóvel e comprador) e por pessoas que atuam ilegalmente. “Há um nicho considerável a ser explorado e precisamos estar atentos para isso”, concluiu. Assessoria CRECI / Emilia Araújo
Fonte: Rondoniainfoco
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