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Campanha de incentivo a adoção de crianças maiores é lançada na capital


 
 
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Na manhã desta sexta, 15, no Juizado da Infância e da Juventude foi lançada a campanha que visa incentivar a adoção de crianças maiores. Com a presença do juiz substituto do 2° Juizado, Gleucival Zeed Estevão, o Promotor Marcelo Lima e a psicóloga do Sain, Landa Lemos, os profissionais esclareceram todas as dúvidas referentes a adoção e também sobre o projeto Apadrinhando uma História.
 
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A imprensa compareceu ao local, onde houve uma coletiva para divulgar essa campanha. “É importante a participação da imprensa nesses projetos, pois é preciso desmistificar várias crenças sobre a adoção, principalmente sobre as crianças maiores, adolescentes e portadores de alguma deficiência”. Afirmou o juiz Gleucival Estevão.
 
Hoje em Porto Velho existem 5 adolescentes disponíveis para adoção, 3 delas ilustram a campanha com o slogan “O que mais queremos ter é uma família”, que é uma resposta unânime quando as profissionais perguntam sobre o que esperam para o futuro.
 
Essa campanha está estampada em outdoor e busdoor pela cidade e um vídeo de 50 segundos para as redes sociais, onde 2 dessas meninas contam sobre seus desejos de serem adotadas.
 
Ao completar 18 anos, elas são obrigadas, por lei, a deixar as unidades de acolhimento, o que para as profissionais é bastante frustrante. Daí o empenho de todos no sentido de sensibilizar a população. “Quando um adolescente completa 18 anos e não consegue ser inserida em uma família substituta, ela deveria ir para uma república. Como na capital essa demanda não existe, nós temos casos de meninas que mesmo com a maioridade continuou morando na casa de acolhimento até conseguir um emprego”, contou Landa Lemos, psicóloga do Sain.
 
Padrinhos
 
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As crianças e adolescentes também podem ser apadrinhadas tanto na modalidade afetiva, provedor ou prestador de serviço. A campanha tem por objetivo atrair pessoas ou instituições para se tornarem padrinhos ou madrinhas de crianças ou adolescentes que estão em acolhimento institucional.
As três modalidades de apadrinhamento são:
 
- Afetivo: é aquele que visita regularmente a criança ou adolescente, buscando-o para passar final de semana, feriados ou férias escolares em sua companhia.
 
- Provedor: consiste em dar suporte material ou financeiro à criança e ao adolescente, seja com a doação de materiais escolares, calçados, brinquedos, seja com o patrocínio de cursos profissionalizantes, reforço escolar e prática esportiva.
 
- Prestador de serviços: o profissional liberal que se cadastra para atender as crianças e adolescentes participantes do projeto, conforme sua especialidade de trabalho. Empresas, clínicas ou instituições podem se cadastrar, voluntariamente. Fonte: Ascom TJRO
 
 
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