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Calcário: Usina de Espigão D’Oeste reinicia atividades



Os secretários de agricultura, Francisco Evaldo de Lima, e da Associação de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater), Sorrival de Lima, visitaram, nesta segunda-feira (12), a Usina de Calcário, localizada em Espigão do Oeste. Após dois anos de atividades paralisadas, o minério recomeçou a ser extraído, britado, moído e será distribuído aos agricultores familiares. A ordem de reinício foi dada pelo secretário de agricultura, na presença do prefeito Célio Silveira, de Espigão do Oeste, do vice-prefeito de Nova Brasilândia do Oeste, José Aparecido de Souza, vereadores locais e gerentes da Emater.

O calcário é um minério muito importante para a agricultura, pois ajuda na correção de solo, contribuindo para a melhoria da lavoura e pastagens entre outros. Há dois anos desativada, em função de denúncias feitas ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos recursos Naturais Renováveis (IBAMA), a não extração do minério deixou os agricultores, em especial os da agricultura familiar, sem opção de melhorar a produtividade de sua lavoura. “Sem a usina de Rondônia, só era possível obter o calcário em outro estado, o que inviabilizava a sua aquisição devido o frete ser muito caro”, explica o secretário Sorrival de Lima.

A Usina será administrada por Ronil Peron, gerente da Emater especialista em explosivos e britagem, com 12 anos de experiência em mineração. Segundo Perón a usina tem capacidade para abastecer os agricultores pelos próximos 200 anos. “Vamos produzir uma média de 36 toneladas por hora”, diz o gerente.

Durante a visita os secretários receberam os gerentes da Emater, que foram conhecer a Usina e sua capacidade para atender aos agricultores, além de autoridades e imprensa locais. Os convidados tiveram a oportunidade verificar todo o processo da moagem de calcário, desde a extração, passando pela britagem e pela transformação da pedra em pó.

Para o secretário Evaldo de Lima a reabertura da Usina é uma grande conquista para a agricultura, principalmente em um estado onde ainda existem áreas em processo de degradação, e a secretaria vai viabiliza toda a estrutura necessária para o seu bom funcionamento.

O secretário conta que não há rede de energia elétrica na Usina, mas que está trabalhando para levá-la para lá e faz cálculos, dizendo que: “quando tivermos energia elétrica, teremos uma redução de custos na ordem de 40 a 50 por cento e vamos melhorar o processo de moagem aumentando a produção em mais 30 por cento”.

O calcário será distribuído aos agricultores interessados, ao preço de 40 reais a tonelada, porém, diferente de outros anos, o frete será dado gratuitamente ao agricultor familiar, que terá seu calcário levado até a sede do município em que reside. Cada agricultor poderá solicitar até o limite de oito toneladas por ano.

Com a reabertura da Usina os agricultores que necessitam de calcário deverão procurar a Emater, em seu município para fazer o pedido e pagar a taxa correspondente ao material solicitado.

Fonte: DECOM
 

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